domingo, maio 25

Entrevista de Catherine Anderson ao Rincón de La Novela Romántica

Catherine Anderson é uma escritora que me cativou com suas histórias cheias de personagens fortes, sofridos e que me vem comovendo há algum tempo. Sempre vou me lembrar da primeira vez que topei com o Livro A canção de Annie, que li em espanhol e me encantei. Que livro maravilhoso e tão diferente de tudo que já tinha lido! Após esta leitura cativante, fui conhecer a Série Comanche e cada história me tocou, me fez sofrer e chorar. Que escritora é esta que me comove com suas historias com seus personagens tão díspares?. Aqui e agora, você vai conhecer um pouco dessa escritora que o Brasil precisa conhecer e apreciar. Esta entrevista ocorreu em 06 Setembro 2010, na ocasião do aniversário do site El Rincón de La novela Romántica, do qual sou uma grande fã  por me proporcionar tantas coisas boas com suas publicações.O ultimo livro que li foi Early Dawn, com a mesma carga de emoção e sofrimento que a Amy Masters de Coração Comanche sofreu, um pouquinho mais leve, mas que não deixa de ser triste e comovente. Bem então vamos a entrevista:
Olá Catherine! Estamos encantadas em falar contigo. Em Espanha acaba de publicar Lua comanche. As leitoras espanholas têm esperado durante muito tempo para poder ler teus livros em nosso idioma e estamos muito felizes.
Por esta razão, é uma grande honra para El Rincón de la novela romântica poder entrevistar-te. Muito obrigada por concordar!
Olá a todas. Muito obrigada por me convidarem para esta entrevista. É um grande honra falar com minhas amigas e leitoras de Espanha.
Como dizíamos antes, temos esperado muito para ler as novelas de Catherine Anderson. Mas, em realidade, já conhecíamos um pouco de ti e tuas novelas. Sabemos que eres uma escritora muito querida em Estados Unidos e que tardaste muito tempo em ver publicadas tuas novelas. Algo que nos surpreende um pouco, nos custa crê que antes nenhum editor se interessara. Por que você levou tanto tempo a publicar? Poderias nos contar um pouco como foi teu início como escritora, por favor?
Creio que a maioria dos escritores custa um tempo atrair a atenção de uma editora e vender uma mostra de seu trabalho. Em meu caso, meu primeiro envio a Harlequin foi finalmente comprado, mas passaram quase dois anos até então e, quando isso sucedeu, tive que revisar a historia para Harlequin Intriga.
Escrevi meus quatro primeiros livros publicados para Harlequin, em concreto para a série Intriga, o que supus uma grande aprendizagem para mim. Em qualquer caso, as historias deviam ser curtas e apressadas, o que achei que me limitava muito. Queria escrever novelas mais extensas, concentrar-me mais em dois personagens principais e desenvolver a historia de amor destes de maneira mais profunda. Enquanto escrevia para Harlequin comecei a esboçar Lua comanche, e rapidamente me percatei que não sabia o suficiente sobre esta tribo, assim que passei quatro anos pesquisando em profundidade sobre a tribo Comanche.
Finalmente, quando termine Lua Comanche, meu agente  a enviou a praticamente todas as editoras que havia então. Tristemente, a historia foi recusada uma e outra vez porque rompia todas as normas estabelecidas para a novela romântica. Um par de editores me pediram que mudasse a historia para ajustá-la as pautas de então, mas me neguei. Finalmente, Lua comanche foi comprada por Harper Collins para uma nova série de ficção para mulheres que daria acolhida a uma mostra de diferentes classes de historias. Lua Comanche foi muito bem recebida pelas leitoras, continua sendo uma das favoritas de milhares delas e, todavia está vendendo bem como uma reedição de New American Librari.
Quando olho para trás, para minha carreira, sempre sentirei que Lua Comanche estabeleceu as bases e lançou minha carreira como escritora.
E, em relação, as perguntas anteriores, queremos fazer-te uma mais. Quais são os desafios aos que se enfrenta uma escritora de novela romântica?
Para mim, o gênero romântico é o único gênero. Não creio que haja desafios concretos  para a romântica que não existam também para qualquer outro gênero. O objetivo para qualquer escritor é criar uma historia interessante e personagens com os quais os leitores possam identificar-se. Sem estes elementos em um livro, sem ter em conta o gênero ao que pertence, a falha é quase certa.
Quantas novelas românticas têm escrito até agora?
Até agora tenho escrito acima das trinta.
Que podes contar as leitoras espanholas sobre Lua Comanche? Gostaria-nos saber como foi o processo de escrevê-la. Quanto tempo você tardou em escrevê-la e quanta documentação foi necessária para isto?
Pesquisar para escrever Lua Comanche requereu quatro anos. Enquanto investigava, fui esboçando e escrevendo a historia, que revisei constantemente segundo ia aprendendo novos fatos e dados sobre a tribo dos nativos americanos. Queria retratar minuciosamente a tribo Comanche, seus costumes, suas reuniões sociais, suas crenças espirituais, e para lográ-lo, tive que estudá-los em profundidade. Naquela época, encontrar livros com documentação sobre os Comanches era muito mais difícil que agora, com a internet. Para aprender o idioma deles tive que colher fragmentos e peças dele, de alguns documentos do governo dos Estados Unidos, de algumas busca de em livros, e alguns outros de pequenos glossários com os quais tropecei.
Esta é uma pergunta “obrigada”, Catherine. De onde nascem as ideais para tuas novelas?
Encontro minhas ideias em qualquer parte, nos periódicos ou artigos de uma revista, observando a gente, de canções que ouço no rádio, e às vezes somente de minha imaginação.
Uma das razões pelas que nos calam tuas novelas é por esta dose de emoção e sofrimento que as caracteriza. Resulta-te difícil escrever sobre sentimentos tão crus, emoções a flor de pele, emoções que desnudam a alma de teus personagens?Hás chorado alguma vez enquanto escrevias alguma de tuas novelas?
O que seria difícil para mim como escritora seria escrever um livro desprovido das mais profundas emoções. Honestamente, duvido que possa fazer isto. E sim, a miúde aparecem lágrimas em meus olhos enquanto escrevo certas cenas cheias de sentimentos. É então quando sei que estou afirmando os cravos e escrevendo uma historia com que alguém mais poderia desfrutar.
Alguns de teus livros ocupam um lugar especial em teu coração? Por quê? Tens algum personagem preferido de tuas novelas?
Lua Comanche sempre ocupará um lugar especial em meu coração porque ele criou o marco de minha carreira como escritora. Também creio que Lua comanche atuou um grande papel nos movimentos e mudanças produzidos no gênero romântico, lançando abaixo as barreiras que previamente haviam impedido aos escritores de publicar novelas românticas mais realistas.
Uma vez dito isso, sem embargo, adoro cada livro que escrevo e quero a cada personagem que desenvolvo. Isso é muito similar a perguntar a uma mãe qual de seus filhos é seu favorito. É uma pergunta que encontro muito difícil de responder. Nomearia um livro, logo outro, e pronto estaria nomeando todos os que tenho.
Outra coisa que nos impacta sobre tuas novelas são os protagonistas. A miúde são pessoas que hão sofrido alguma experiência traumática, abusos, que sofreu de deficiências... Por que escolhes este tipo de heróis e heroínas?
Creio que o amor de verdade e as historias de amor são possíveis para todo o mundo e, a miúde, me desgosto quando leio livros sobre pessoas de beleza perfeita que não tem problemas sérios que enfrentar. Não conheço a ninguém assim na vida real, e si o fizesse provavelmente não me preocuparia por ele ou por ela. As pessoas que encontro em meu mundo não são fisicamente perfeitas. Podem ser muito atrativas, mas no fundo de seus corações, tem sentimentos que os coíbem por uma imperfeição real ou imaginária. E a gente sempre tem problemas. Se falares com alguém durante tempo suficiente, normalmente acabarão aludindo a isto. Existem poucas pessoas que nunca sofreram dor ou um trauma de qualquer outra classe. Assim que suponho que minha resposta a esta pergunta é que prefiro escrever historias realistas, e como escritora me nego a limitar-me a escrever sobre pessoas guapas que nunca terão uma razão para derramar uma lágrima. Para mim, o amor é uma emoção mágica que pode mover montanhas e obrar toda classe de milagres. Isso é o que quero comunicar com minhas historias, que pessoas com defeitos, que há sofrido pena e dor, podem encontrar o amor verdadeiro e para sempre. 
Catherine, hás escrito tanto novelas históricas românticas como contemporâneas, mas qual preferes?
Adoro tanto a novela histórica como a contemporânea. Escrever sobre cada uma delas me dá oportunidade de seguir e manter viva minha criatividade. Os tempos mudam, as costumes e as crenças mudam, e a moral social muda, mas as emoções do coração humano permanecem inalteráveis durante séculos. Desfruto escrevendo sobre o amor e criando historias românticas, sem importar em que época.
Quais são teus livros e autores preferidos, tanto românticos como de outros gêneros? Que livros ou autores hão influído em ti como escritora?
Estas são perguntas que sempre declino responder. Tenho meus autores preferidos e um par deles me hão estendido uma mão   ao longo dos anos. Mas tenho muitos conhecidos dentro da indústria e sempre tenho me conscientizado para não ofender a nenhum deles. Se nomear aos meus autores preferidos e deixo o nome de alguns amigos... Bem, imagina o panorama. Não desejo ferir a ninguém por omiti-lo.
Gostam-nos muito as declarações de amor de tuas novelas. São inolvidáveis. Mas qual é tua preferida?
Como disse antes, realmente, não tenho uma novela favorita, uma cena, ou personagens, mas algumas declarações de amor hão resultado mais divertidas de escrever, suponho. Em Summer Breeze, a carta de Joseph Paxton, em sua velhice, a seu mulher Rachel foi especialmente significativa para mim, e muitas leitoras me escreveram para dizer-me quanto haviam chorado ao lê-la.
Catherine, não queremos terminar esta entrevista sem agradecer-te que hajas respondido a todas nossas perguntas e hajas permitido, assim, que as leitoras espanholas conheçam mais de ti e teu trabalho. Gostaríamos de oferecer-te a oportunidade de que dediques umas palavras ao Rincón de la novela romântica por nosso aniversario e que, por suposto, adiciones qualquer outra coisa que desejes dizer nesta entrevista.
Quero dar graças ao Rincón de La Novela Romântica por esta grande honra e fazer chegar minha gratitude por este convite. Espero que todas vocês aguardeis pela publicação de Comanche heart (Coração Comanche)Indigo blue e Comanche magic (Magia Comanche). Também estejam atentas a minha próxima publicação, Here to stay, prevista para fevereiro de 2011.
Antes de despedir-me, desejo ao Rincón de la Novela Romântica uma maravilhosa celebração de aniversario e estarei aguardando outra  oportunidade para falar com vocês, algum dia.

Meus melhores desejos, Catherine Anderson.

domingo, maio 18

Os sais para uma dama em apuros!

"Meu Deus, que delirante criança, Horatia!, O que-o que você tem feito?" Lady Winwood afundou sobre as suas almofadas com os olhos fechados ... “O sal, o vinagrete, e alguma água da Hungria aplicada nas têmporas  restaura a vida uma dama  aflita “.    Citação de O Casamento Conveniente por Georgette Heyer.


O vinagrete era uma pequena caixa fortemente vedada com uma segunda tampa furada dentro contendo um pouco de gaze embebida em vinagre, água de lavanda ou outro aroma. Os conteúdos cheirosos eram feitos para reanimar alguém com sensação de desmaio ou para dar alívio para odores desagradáveis. Podia ser mantido dentro de uma bolsa ou ser equipado com um laço e pendurado sobre pulso do usuário ou de uma castelã. Vinagreteiros eram feitos por ourives especializados em caixas, portanto estes geralmente também faziam caixas ornamentadas. Havia ferreiros em Londres que faziam este tipo de trabalho, mas a maioria das caixas eram feitas em Birmingham.
fonte:http://www.georgianindex.net/Reticule/Chatelaine.html#TOP

As bolsas de antigamente ou Retículos

   Uma retículo era uma tipo de bolsa pequena que poderia ser pendurada no punho para ser usada da mesma maneira que uma bolsa de noite é utilizada hoje. Isto também poderia ser chamada de algo indispensável. A bolsa se ​​tornou um acessório indispensável, porque a linha da recente moda das cinturas altas dos vestidos Império seria interrompida por algum objeto guardado num bolso. Em dezembro de 1801, Katherine Wilmot, uma mulher irlandesa em Grand Tour visitando Paris, descreveu como retículos como uma "pequena bolsa de ferramentas."
 A bolsa podia ser de malha, feito de pano rico com uma corrente de ouro e com um fecho, ou derivados de determinados itens como as conchas. Retículas de malhas e cobertas de telas eram consideradas passatempos adequados para as jovens. A termo bolsa durante a Regência só seria usado para descrever uma bolsa de couro bastante pequena para o transporte de dinheiros como em uma bolsa de trocado (moedeiro) hoje. 
  A bolsa podia conter um lenço de linho fino, um estojo de cartão de visitas cheio de cartões de ladies, uma pequena bolsa para gorjetas, um vinagrete(sais), selo de Senhora, um bloco e um lápis em uma pequena caixa, e uma lata de balas de menta. Cada bolsa, provavelmente, abrigava uma bolsa pequena de veludo para evitar arranhões. Abaixo duas figuras de Ackermann  mostram damas em vestidos de passeios com suas retículas.


sábado, maio 17

Chapéus e toucas das nossas heroínas




Chapéus femininos e toucas eram produzidos por um trabalhador especializado conhecido como um chapeleiro. A palavra 'modista' foi registrada pela primeira vez em 1529, quando o termo se referia aos produtos pelos quais Milan e o norte da Itália eram bem conhecidos, ou seja, fitas, luvas e palhas. Aqueles que importavam  essas palhas altamente populares eram chamados de "modistas" a partir do qual a palavra acabou por ser derivada. Os produtos de uma modista representados os trabalhos de muitos especialistas, tais como os fabricantes de flores, tintureiros de penas, trançadores de palha ou fazedores de gorro, fabricantes de feltro, fita e fabricantes de corte, e até bordadeiras, bem como os fabricantes de rendas, linho, algodão e utilidades de seda.
Na década de 1770, (quando enormes perucas e penteados estavam na moda) a touca 'calash' era usada para proteger os penteados altos do época. Estas toucas dobráveis ​​eram feitas de tiras de madeira ou osso de baleia costurados em canais num capuz de seda. Uma longa fita anexada à parte frontal superior da capa, seguro firmemente pela mão, permitia que o usuário segurasse o calash firmemente, enquanto caminhava ao vento.
Por 1780, o largo chapéu achatado pastor entrou em moda, como o desejo romântico para uma vida mais simples que exaltava a poesia e a prosa. Foi um simples chapéu de palha ou tala - uma fina tira de madeira ou palha usada para fazer chapéus de tecido, cestas, etc. A palha era em geral de um tipo de palha de trigo italiano que é tecida em chapéus(leghorn). Toucas Tala eram realmente feitas de tiras finas de madeira raspada. Tala era usado pelos fazedores de chapéu da mesma forma à palha trançada , e por isso às vezes era chamado de " tala de palha " ou " trança de chips". Mas na verdade era madeira. Poderia ser entrançadas ou tecidas, assim como palha. Uma vez formado em qualquer forma estava correntemente na moda, pode ser descolorida ou colorida, então enfeitada com seda, rendas , veludo e penas. Gorros de seda às vezes tinha tala e fios costurado dentro das costuras, criando um quadro para dar-lhes forma. Tala trançado era geralmente criado a partir de pinho branco , álamo Lombardia, ou salgueiro Inglês. Para fazer tala de uma árvore jovem se dividia esta em seções e se alisava. Um plano especial de faca desenhava longitudinalmente as placas, marcando os cortes estreitos finos longos. Um plano suave levava essas finas tiras por fora, que então podiam ser tecidas. 

O final de 1780 viu mulheres serem influenciadas pelos chapéus alto de feltro ditado no estilo francês. Estes altos, coroados chapéus pontiagudos eram às vezes chamado de Postilion por causa dos cocheiros que conduziam a carruagem montados num dos cavalos e que puxavam a carruagem. O melhor de feltro era obtido a partir de feltro de pele de castor. Chapéus de feltro eram menos caros possa ser feito da metade de pele de castor e alguns outros materiais, tais como pele de coelho ou lã.
De 1795-1810 , os vestido simples de cintura alta de musselina branca e capacete como gorros inspiradas em antigos romanos e gregos motivos tornou-se moda. Motivos Império eram inspirados pela pintura de parede e nas esculturas reveladas durante as escavações da cidade romana perdida de Pompéia, na Itália e em livros impressos sobre o assunto. O livro em 1809 de Thomas Hope, Costumes  antigos, influenciaram estilos de roupas, popularizando romano e desenhos gregos.
Os turbantes se tornaram popular após 1802 com a invasão do Egito por Napoleão. Eles eram feitos para parecer exótico. Turbantes frequentemente incluíam seda e bordado metálico caro ou broches.
Chapéus para mulheres eram frequentemente influenciados pela moda masculina. Uma versão de um boné de jóquei, com uma coroa um pouco maior, era popular no período da Regência. O chapéu era geralmente feito de seda, como sedas dos jóquei de corridas. Montagem de chapéus, com uma coroa inferior que a cartola de um homem, também eram populares. O chapéu postilion (mostrado acima ) também poderiam estar entre os chapéus das mulheres influenciadas pela categoria de moda masculina.
A  touca “pontuda” era um chapéu em forma de capuz amarrado sob o queixo, com uma pequena coroa na parte de trás e uma aba frontal ampla projetando que sombreada do rosto. A palavra " cutucado " refere-se ao fato de que não havia espaço na parte de trás para o cabelo ser empurrado para cima no interior do capuz de modo a que o penteado era completamente coberto. Tornou-se moda no início do século 19. O tamanho do touca cutucado aumentou , até que, em 1830, o rosto de uma mulher não podia ser visto, exceto a frente.
http://www.georgianindex.net/hats_women/hats.html

O chá de panela de uma noiva

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   Um chá de panela é  dar festa para dar presentes para uma futura noiva, em antecipação de seu casamento. O costume se originou na década de 1890 e hoje é mais comum nos Estados Unidos, Canadá e pela influência norte-americana, na Austrália.
   A história do costume está enraizado não necessariamente para o fornecimento de presentes para futuro casal, mas para fornecer bens e assistência financeira para garantir o casamento possa acontecer.O costume do chá de panela dizem  ter crescido práticas anteriores de dotes, quando a família de uma mulher pobre  não tinha o dinheiro para dar um dote por ela, ou quando um pai se recusou a dar a sua filha o dote, porque não aprovava o casamento. Em tais situações, os amigos da mulher se reuniam e traziam os presentes que iria compensar o dote e permitir que ela se casasse com o homem de sua escolha.
   As primeiras histórias sobre esses eventos têm sido conhecida a origem, em Bruxelas, na Bélgica por volta de 1860. A lenda frequentemente citada, traça a origem desta prática no século 16 ou 17 na Holanda. No entanto, há também muitas práticas paralelas com dotes  nos Estados Unidos colonial ou costume do a esperança no peito (enxoval) .
  Um costume relacionado praticado na Inglaterra medieval era o Ale Noiva, em Piers Plowman de Langland (§ B.II.45), há uma referência a um bruydale, que era uma festa realizada antes do dia do casamento, em que a noiva fazia a cerveja e vendia para os convidados em um preço elevado.
Nos Estados Unidos, os chás de panela começaram em áreas urbanas na década de 1890, principalmente entre as classes médias superiores. Na década de 1930, nupciais se espalhou para a América rural. 
O mais antigo uso deste sentido da palavra em impressão pode estar no Grand Rapids - Jornal Michigan Evening  nº  22 de 04 de junho de 1904: "As festas de chá de panela",  que é uma confusa   hospitalidade que o  casal  é obrigado a comparecer ... " e pode derivar de costume na época vitoriana em que os presentes são colocados dentro de um guarda-sol, que quando aberto  "chuveria" sobre a  futura noiva com presentes.
  Muitos costumes diferentes se desenvolveram em diferentes regiões e grupos sociais. Mas o formato básico tem sido relativamente inalterado por gerações, e destaca os papéis de gênero tradicionais. Sociólogos como Beth Montemurro escreve que o ritual do chá de panela "socializa as mulheres no papel esposa tradicional hiper-feminizado", com sua ênfase sobre o papel futuro da futura noiva como cozinheira da família, dona de casa e parceira sexual.A Historiadoar Elisabeth Pleck ecoa essa dinâmica em apontar que os presentes dos chás tradicionais eram "para o quarto ou a cozinha". Mas esse papel é mais uma homenagem às mães e avós do que um reflexo de como a futura noiva vai realmente se comportar no casamento. 
  Embora o formato manteve-se relativamente consistentes, houve algumas mudanças significativas. Um guia de etiqueta a partir da década de 1920 sugeriu que chás deveriam ser "puramente espontâneo e informal", com os convidados que chegam sem avisar na futura noiva em casa, enquanto um guia de planejamento dos anos 1950 sugere temas mais complexos e jogos. 
Chás são frequentemente realizados durante a tarde ou à noite, mas nunca em geral como almoços ou jantares. Eles geralmente ocorrem quatro a seis semanas antes do casamento.
Devido à história prévia de chás sendo "puramente espontâneo e informal", os chás não desenvolveram a mesma etiqueta formal, que se desenvolveu no que diz respeito a casamentos. Os convites podem ser emitidas informalmente, por correio, telefone ou e-mail.
  Como chás são explicitamente uma ocasião para presentear , todos que atende ao chá se esperam que levem um pequeno presente. não se espera que pessoas que recusem o convite por qualquer motivo, para enviar um presente ou não participar da festa.
  O alimento pode ser servido em chás nupciais. Tanto como bolos e doces também pode ser servido para os convidados.
Os convidados
  Os convidados são escolhidos entre os amigos pessoais da noiva , familiares e outros simpatizantes. Os homens não costumam estar presentes em chás de noivas. O número de convidados e suas relações com a noiva é muito variável. No Canadá, entre algumas comunidades de imigrantes em salões de festas comunitários com mais de 300 convidados estavam normais, enquanto outras culturas enfatizou as partes íntimas apenas com amigos íntimos e parentes. Em geral, as pessoas que são convidadas para um chá de panela também são convidados para a cerimônia de casamento.
Incomum em outros países -   Nupcias não são comuns em algumas culturas. No Reino Unido, núpcias têm sido descritos como uma "ideia consumista americana" com "aceitabilidade limitada".No Reino Unido, presentes de casamento normalmente são selecionados a partir de uma lista fornecida pelo casal, e entregues no casamento ou pela loja e, às vezes exibida no casamento.

sexta-feira, março 21

Parte das Entrevistas de Lisa Kleypas ao El rincón de la novela romántica


-De todos os eventos que podem levar o amor , talvez o beijo mais simples e tantas vezes , o mais sentido. Escrever o romances descrevendo a emoção contida em um beijo que é repetida mil vezes não perde a força para o leitor. Mas se tivesse que escolher um único beijo de todos aqueles que nos fizeram viver em suas obras o que você escolheria ? Por quê?

Oh, é uma pergunta difícil! Um beijo pode significar muitas coisas no contexto de uma cena ... os sentimentos que os personagens expressam nesse pequeno ato, torna-se tão espiritual quanto físico. ( E é sempre um pouco decepcionante quando um escritor de romances ignora o beijo e vai diretamente para os detalhes gráficos de relações sexuais). Eu acho que os beijos de despedida são provavelmente a mais românticos e profundos.

No meu trabalho, eu posso pensar  um par de casos em que o herói acredita que nunca mais verá a heroína, e que realmente aumenta os sentimentos do beijo. Por exemplo, há uma cena na metade de Sueños Contigo na qual Derek envia Sarah de volta para sua casa no campo, ele a recusa, porque considera indigno dela. Quando a resgata de um par de bandidos de rua e diz algo como "se você fosse minha, acabaria te machucando", mas a beija com amor e uma paixão frustrada porque ele a quer dolorosamente . Nas primeiras páginas da Sedução ao Amanhecer, há um confronto entre Merripen e Win porque ela está doente e deve partir por um tempo em uma clínica na França. Ambos esperaram anos, mas fragilidade física Win os manteve separado. Antes de Win partir ,  diz a Merripen "se eu fosse saudável nenhum poder sobre a terra poderia me afastar de você", e ela o força a admitir seus sentimentos por ela. Foi um beijo divertido de escrever!

- Qual é a novela mais romântica da todas que escreveu?
Provavelmente deveria deixar que meus leitores respondessem isso! Sem embargo, quando olho para trás, para os livros que me inspiraram mais romantismo enquanto os escrevia, um deles definitivamente foi Diabo no inverno. Havia algo no emparelhamento desses dois personagens, a tímida e gaga (mas forte por dentro) Evie, e o eloquente e o frio Sebastian, lord St. Vincent, que me parecia realmente elétrico, e seus diálogos pareciam escrever-se por si só. Meu editor no momento, que leu o resumo da novela, expressou suas dúvidas sobre o que estes dois personagens pudessem ter uma relação plausível. Pensava que St. Vincent poderia obscurecer Evie. Mas estava convencida de que funcionaria já que em minha vida conheci gente muito tímida com uma grande força interior. Como Eleanor Roosevelt disse uma vez; uma mulher é como um saquinho de chá – nunca sabes o forte que é até que o põe em água quente.
- Que pecado nunca poderia cometer um protagonista de Lisa Kleypas?
O que me vem imediatamente à cabeça é que um de meus heróis nunca bateria ou esbofetearia a uma mulher, ou qualquer pessoa que fosse mais vulnerável que ela. Além do que, porque às vezes as feridas verbais são mais daninhas que as físicas. Assim que posso dizer que meus heróis tem sempre um forte respeito subjacente pelas mulheres, e, por conseguinte, há certas palavras e ações que o herói nunca usaria contra a heroína. É uma questão de limite pessoal. Creio que este respeito mútuo converte a relação em sexy – permite aos dois personagens provocarem-se e desafiarem-se mutuamente de uma forma divertida, interessante e picante.
 Como é a mulher por trás da escritora Lisa Kleypas?
Em realidade sou uma pessoa reservada – meus amigos riem quando digo que sou tímida, mas em realidade o sou! Quero muito que as pessoas gostem de mim, por isso me preocupo com muitos aspectos para não defraudá-los. Tenho estado um tanto sumida e esquecida porque a maioria do tempo estou pensando em qualquer livro no que estou trabalhando. Isso significa que as pessoas que estão ao meu redor tem que ser muito paciente! Estou perdidamente enamorada de meu marido Greg, juntos tivemos um filho e uma filha, maravilhosos. Greg é um ecologista, pelo qual insiste em que compremos a comida em granjas orgânicas locais. Sou uma cozinheira muito boa, mas ela é um cozinheiro fantástico.
- Recorda qual foi a primeira novela romântica que leu?
Sim, foi A Chama e a Flor de Kathleen Woodiwiss. É um livro politicamente incorreto para os estandartes atuais, mas o que me cativou foi à ideia de que uma mulher jovem e idealista pode "domar" a um homem poderoso, e que esteja as ordens dela.
- Pensa que uma escritora mostra parte de sua alma em suas obras?
Na novela romântica indubitavelmente! Isso é o que faz uma novela inolvidável – a boa vontade do autor para aprofundar em suas emoções e crenças pessoais, e comparti-las com os leitores. Isso é por o que pode haver um vínculo tão forte entre a autora de novela romântica e seus leitores – é uma conexão emocional que inclui confiança mutua. Tenho que confiar a meus leitores meus pensamentos e sentimentos mais profundos, e eles têm que confiar em que eu lhes darei sempre meu melhor trabalho. Cada hora de nossas vidas é valiosa, e se alguém se passa parte de seu precioso tempo com uma novela que hei escrito quero que valha a pena.
- A paixão mais crua pode mostrar-se em uma cena hot, mas também pode manifestar-se em uma mirada, uma palavra, um suspiro, um silêncio... Donde está o momento mais apaixonado que recorda haver escrito?
Há uma cena no O diabo tem olhos azuis, uma de minhas novelas contemporâneas, que me pareceu muito impactante quando a escrevi. A heroína, Heaven Travis, se divorciou de seu marido porque a maltratava fisicamente, por isso fica muito nervosa com os homens. Nem sequer lhe agrada que um homem a toque, não importa que seja de maneira acidental. Mas nesta cena conhece a um homem que resulta ser um inimigo de sua família. Ele é forte, alto e musculoso – por isso não quer ter nada que tenha nada a ver com ela. Ela vai buscar um taxi debaixo a chuva e este homem a segue e lhe põe sua jaqueta sobre os ombros para resguardá-la da chuva. Esse gesto protetor, e a sensação da própria jaqueta, com o olor e o calor de seu corpo preso na roupa, criaram o que em minha opinião é um momento surpreendentemente íntimo. Sexy, mas também emotivo. Adoro cenas como essas – é uma pequena historia em si mesma, e cria expectativas para as cenas de amor que sucederam mais adiante.
- A paixão é a antessala do amor? O amor é o companheiro da loucura? Como é que é o amor para Lisa Kleypas?
Para mim o amor é o prelúdio da paixão... creio firmemente na paixão de dois seres que se atraem em um nível puramente físico....mas a paixão mais poderosa surge quando dos pessoas se conhecem e confiam o suficiente a uma na outra como para deixar de lado todas as inibições e a autoproteção. E o que faz durar o amor é a habilidade de duas pessoas de mudar e aprender em uma relação. Em muitos aspectos meu esposo e eu somos pessoas muito diferentes de quando nos casamos, e creio que é algo bom. Falamos, rimos e coqueteamos constantemente. Também discutimos, mas – para citar uma linha que escrevi em O diabo tem olhos azuis – "Ambos procuramos mantermos a uma prudente distancia das velhas cicatrizes do outro". Se ganhas a discussão, mas feristes gravemente ao teu companheiro ao fazê-lo, em realidade hás perdido.
- Desejarias adiantar algo sobre teus próximos projetos? Que novela está escrevendo nestes momentos? Que historias têm pensado escrever em um futuro próximo?
Minha próxima novela se titula "Rainshadow Road", forma parte de uma série de novela contemporânea ambientada em Ilhas San Juan, que são parte de um arquipélago situado frente a  costa do Estado de Washington, donde vivo. Esta ilha é exuberante e bonita, com prados, bosques, praias e o paisagens lindas do mar. A serie está baseada em três irmãos, os Nolan, que proveem de uma família problemática. Cada irmão terá que aprender a deixar para trás o passado para poder alcançar o amor e encontrar um novo começo. Em Rainshadow Road, uma artista do vidro, Lucy Marin, há sido traída por seu noivo, quem a há abandonado por su irmã mais jovem. Quando Lucy sente fortes emoções, fatos mágicos começam a suceder com vidro que ela há criado. Lucy tenta ocultar seu segredo de todo o mundo, inclusive Sam Nolan, que é o aposto dono de um vinhedo.
A novela na qual estou trabalhando atualmente é "Dream Lake" (O lago dos sonhos), na qual um jovem torturado e amargurado, Alex Nolan, está sendo perseguido por um fantasma. O fantasma não recorda quem é ou porquê está ali, e necessita a ajuda de Alex para encontrar as respostas. No processo, Alex começa, para seu pesar, a enamorar de Zoe Hoffman, uma bela e jovem chefe que tem uma conexão com o passado distante do fantasma.
- Há algum personagem secundário do que gostaria escrever sua historia e que está aguardando a que chegue seu momento?
Há vários em realidade. O personagem que tem mais probabilidade de que escreva logo sua própria historia é Joe Travis, que aparece tanto em O diabo tem olhos azuis, como em Boas Vibrações. Em um princípio no tinha intenção de escrever um livro para Joe, mas muitos leitores tem me perguntado sobre ele, assim que comecei a pensar seriamente no argumento de su novela.
Não queremos despedir nos sem voltar a agradecer-te profundamente que tenhas respondido a nossas perguntas, Lisa. Obrigada por permitir nos conhecer-te um pouco melhor. Há sido um prazer falar contigo. E por último, desejaria que dedicasse umas palavras a teus fãs que visitam nossa web?
Há sido um grande prazer para mim - Obrigado! Aos fãs que visitam tua página web quero expressar meu mais sincero agradecimento por todo seu apoio e amabilidade. É uma honra compartilhar meu trabalho, assim como meus pensamentos e emoções mais profundos com vocês, nunca daria por certo a nenhum de meus leitores. Com muito carinho, de minha parte, sempre.

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Você alguma vez escreverá um livro sobre Joe Travis?
Planejei meus livros de Texas como uma trilogia, e fiquei surpreendida quando tantas pessoas se interessaram por Joe! Embora atualmente não tenha planos para escrever a sua história, eu não posso dizer que descarto-a no futuro.

O que você está trabalhando agora?
Eu estou trabalhando atualmente no primeiro de uma série contemporânea chamado de "Friday Harbor " situada em Ilha de San Juan, ao largo da costa de Washington.

Como escreve as cenas de amor de seus livros?
Bem, sim. Se  são bem feitas, são cruciais para demonstrar o desenvolvimento dos personagens e seus relacionamentos. Mas as cenas de sexo são as mais difíceis de escrever, porque tento não cair em clichês, e eu tenho que escolher as palavras com cuidado. Atualmente, existe uma espécie de necessidade de "coreografia" , então eu sei que tem que fazer tudo, mas ao mesmo tempo, aprendi que a cena é mais atraente quando sou menos gráfica nas descrições físicas.

Por que você começou a escrever romances de ficção sobre mulheres contemporâneas?
Depois de escrever históricos por um longo tempo, eu senti a necessidade de pressionar um pouco e me desafiar, e eu sabia que havia diferentes tipos de personagens e enredos que poderiam provar em ambientes contemporâneos. Foi um dos trabalhos mais gratificante que eu fiz , assim como o mais difícil. A parte mais difícil foi encontrar uma voz verdadeira, autêntica contemporânea e aprender a "traduzi isto" no meu estilo de escrita. Mas isso obrigou-me a expressar minhas emoções e pensamentos de uma maneira diferente, mais criativa. A surpresa foi descobrir o quanto tinha atualizado a minha escrita histórica quando voltei a ela!

Você gosta de escrever romances contemporâneos ou históricos?
De jeito nenhum eu posso escolher. Cada um é surpreendente em sua própria maneira. Eu acho que romances históricos são mais divertido de escrever, mas com contemporâneo, sou capaz de ser um pouco mais organizada, e isso tem sido bem sucedida em muitos campos.

Qual é a sua escrita normal do dia?
Meu dia típico começa às quatro horas. Levanto-me cedo para escrever enquanto  há calma, antes de meu marido e os meus filhos se levantam. Então, as sete, faço o café da manhã, preparo sanduíches, visto a todos, e às nove horas,  volto a trabalhar até as duas. Este é o momento em que meus filhos chegam, e eu posso estar com eles, ajudar com a lição de casa, etc . Tenho muita sorte de ser capaz de planejar o meu dia segundo a agenda! Pelo menos dois dias por semana, tento ficar para me exercitar com a minha amiga Christina Dodd. Ficar com ela e que seja minha companheira de exercício, é fundamental para mim, ou acabaria me jogando pela janela!

De onde você tira suas ideias?
Ideias e inspiração vem a mim de qualquer lugar. Às vezes, a música que eu estou ouvindo, às vezes aparecem quando estou assistindo a um filme ou lendo um livro ( eu gosto especialmente de biografias ) ... Eu mesmo uso minhas experiências e coisas que eu vi no noticiário. A cada livro que eu escrevo, tento me superar com uma situação que eu nunca tinha escrito antes, e é aí que eu tenho que usar todo o potencial da minha imaginação. Esta é a parte mais divertida do trabalho. A parte difícil é manter a mesma disciplina em toda a maratona que envolve a escrita de um romance.

Dos livros que você escreveu, qual é o seu herói favorito?
Ao longo dos anos tenho dado respostas diferentes para esta pergunta. Eu gosto de todos eles, por várias razões. Mas, para mim, há alguns que são fora do comum ... Derek Craven de Sueño Contigo é realmente especial, porque foi o meu primeiro herói, e abriu um novo rumo na minha carreira. Zachary Bronson de Where Dreams Begin (Onde os sonhos começam) ... Marcus, Lorde Westcliff (Aconteceu no Outono) ... A Sebastian St. Vincent de Demonio no Inverno ... e especialmente Leo, Lorde Ramsay Casados pela Manhã .

Você escolhe as capas de seus livros? Quanto você pode decidir sobre elas?
Meu editores, St. Martins Press, tem a decisão final sobre minhas capas, e são conhecidos pelo cuidado que coloca em cada livro. Escuta qualquer sugestão que faço e, em seguida, o departamento de arte faz sua mágica. Estou muito satisfeita com as capas de St. Martins .

Qual dos seus livros é o seu favorito?
Normalmente, meu livro favorito é o que eu estou escrevendo no momento ... mas "O diabo tem  olhos azuis" é provavelmente o meu favorito.

Fonte: http://www.rnovelaromantica.com/ em  10 de novembro de 2011.



Epilogo: A Lenda dos Quatro soldados - Jasper e Melisande

A Lenda dos Quatro soldados
Epílogo: Jasper e Melisande

Abril - 1766

A dor tomou conta dela, forte e implacável, apertando-a como um punho gigante. Melisande fechou os olhos, e permaneceu manejando isto, mesmo quando a contração se aprofundou, até que de repente se foi.
Ela exalou, ao mesmo tempo em que o homem ao seu lado.
Melisande abriu os olhos e se encontrou com um preocupado olhar turquesa.
– Talvez seja a hora de você ir, meu senhor –, a parteira aconselhou hesitante.

Os olhos de Jasper nunca a abandonaram. Ele sorriu com facilidade, embora ele estivesse tão pálido que o verde tingido as bordas de seu rosto. – E perder a aspecto do próximo Visconde Vale? Acho que não. –
Ele insistiu em ficar com ela, mesmo que ele estivesse claramente sofrendo com cada dor do parto que a sacudia. Melisande sentiu uma onda de amor inundando-a, trazendo a picada de lágrimas aos seus olhos. E depois outra dor do parto a apanhou, afugentando seus pensamentos.
Quando conseguiu falar novamente, ela abriu os olhos, olhando para o rosto preocupado de Jasper. – Se for uma menina, eu gostaria que você a chamasse de Emeline. 
–Bobagem –, ele repreendeu suavemente, seu lábio superior brilhando de suor. – O nome da minha tia-avó foi Aethelflaed e eu acho que faria um nome extraordinariamente esplêndido para uma menina. –
Melisande fechou os olhos enquanto outra dor a golpeou. Ela estava em trabalho de parto há um dia e uma noite e ela sentia suas forças abandonando-a com cada onda de agonia. Jasper estivera provocando-a com nomes horríveis do bebê durante todo seu confinamento, mas ele tinha que perceber que ela estava falando sério agora.

– Meu amor –, ela começou como ela abriu os olhos. – O nome de uma menina é muito importante, –.
Ele colocou um dedo suave em seus lábios. –Então nós vamos ter que debater o assunto - juntos - uma vez que o bebê nascer. 
Desespero apertou-lhe o coração. –Jasper –.
–Minha senhora esposa. – Ele colocou sua testa contra a dela. –Você é a mulher mais forte que eu conheço. Meu coração bate dentro do seu peito, tão certo como o seu próprio. Guarde esses corações e mantenha-os seguros, para o nosso bem –.

E então uma onda de dor percorreu-a tão fortemente, sua parte superior do corpo arqueado para fora da cama. O corpo dela contraiu e ela agarrou a mão de Jasper enquanto lutava para empurrar o pequeno invasor de seu corpo. Vagamente, ela ouviu a parteira murmurando palavras encorajadoras, mas toda a sua concentração toda a sua alma estava inclinada na presente tarefa monumental.
Quando o bebê escorregou de seu corpo todo de uma vez, ela sentiu uma onda de gratidão e euforia. Um grito delicado encheu a sala. De repente, viu-se ofegante de tanto rir.
Ela abriu os olhos e encontrou o olhar turquesa fabulosamente brilhante de Jasper.
– Meu amor, minha esposa, você fez isso, – ele sussurrou.
– Uma menina, meu senhor –, disse a parteira, passando uma trouxa para ele.
Jasper pegou o bebê sem jeito. –De fato, assim é. 
Ele olhou para baixo, para o bebê como se inspecionasse uma forma de vida nova e estranha, antes de beijá-la com ternura na testa. Ele colocou o bebê nos braços de Melisande.
– Oh, me ajude –, disse Melisande.

Ela se esforçou para sentar-se com a ajuda de Jasper e então olhou para seu bebê. Ela era uma coisinha enrugada vermelha, com algumas mechas úmidas de cabelo escuro grudada na sua cabeça. Melisande passou a mão sobre as orelhas e o pescoço, examinou cada dedo minúsculo, e viu como os olhos azuis da meia-noite abriram-se. Este era o seu filho - dela e de Jasper e o amor brotou dentro de seu peito, novo e avassalador.
O bebê chorou.
Melisande abriu a camisola e colocou a menina para seu peito.
– Oh, minha senhora –, disse a parteira com um toque de desaprovação. – A ama de leite aguarda apenas na outra sala. 
– Deixe-a esperar –, Jasper respondeu, sem tirar os olhos do bebê.
Melisande sorriu para ele, amando a proteção paterna em seu tom.
Passou-se mais uma hora ou assim antes que tudo fosse limpo após o nascimento . Quando a parteira e as servas finalmente saíram, Melisande sentiu a cama afundar como seu marido se arrastou cansado ao lado dela.
Ela olhou para cima, surpresa. –Eu pensei que você ia dormir no seu catre hoje à noite? – Eles mudaram a seu grande catre com tudo que era almofadas e capas para a próxima sala, em preparação para o nascimento do bebê. Isto estava no aposento de espera da viscondessa, e quase nunca usado.
– Onde você está é a minha casa, minha senhora esposa. – Jasper bocejou. – Além disso, eu acho que eu poderia dormir em uma cama de espinhos no momento. 
Melisande sorriu, olhando para o bebê dormindo em seus braços. –Ela é o bebê mais lindo do mundo, não é? –
–Sim–, disse que seu marido simplesmente. Ele se inclinou sobre seu ombro, olhando o bebê também. –Tem certeza que você não está interessado depois em dar-lhe o nome minha bisavó Dionysia Pernel? –
–Você está fazendo isso! Ninguém olharia para um pequeno bebê e chamando-a de Dionísia Pernel –.
–Obviamente que nunca conheceu meu tatara-tatara-avô Dionysus Pernel –.
Melisande deu-lhe uma olhada.
– Ah, tudo bem –, disse ele confortavelmente. – Emeline, então?
Melisande assentiu, sentindo felicidade inchar em seu peito.
– Ah, bom. –, Disse Jasper, sufocando outro enorme bocejo. Deitou-se, puxando-a de volta contra o seu peito, encaixando suas nádegas na curva de seu corpo. Ele beijou a bochecha de Melisande antes envolver um braço sobre sua cintura e colocando uma mão protetora sobre a Emeline dormindo.

E, em seguida, a nova família dormia.

As regras não escritas para os Heróis de romance - na visão de Elizabeth Hoyt

   
Gentil leitor,

Tenho notado ao longo dos anos que parece haver regras não escritas para o herói Romântico. Regras que todos os heróis de romance parecem conhecer e seguir inconscientemente. Todos os heróis de romance, ou seja, salvar o meu, Edward de Raaf, o Conde de Swartingham e o herói de O Príncipe Corvo. Infelizmente, Edward aparentemente nunca recebeu o livro de romance Regra de Herói, possivelmente devido à incerteza do sistema postal na Inglaterra georgiana. Abaixo, eu listei algumas das regras e, bem, a resposta do próprio Edward.

1. Os heróis são sempre bonitos.
Edward: (fungando) Bem, isso é simplesmente ridículo. Quem quer ler sobre rapazes e almofadinhas bonitos, eu lhe pergunto? Uma cicatriz aqui e ali, dá uma certa seriedade ao semblante de um cavalheiro.

2. Heróis nunca caem de seus cavalos.
Edward: Difamação, Companheiro! Eu nunca caí de meu cavalo e nos encontraremos no campo de honra qualquer um que ouse dizer isso. É verdade que, em certas ocasiões, fui destituído, mas isso pode acontecer a qualquer cavalheiro e é um assunto completamente diferente.

3. E se eles caem de seu cavalo, eles não xingam.
Edward: Eu não estava xingando. Eu simplesmente chamei a besta de um nódulo revoltante que esconde comida de vermes, e - siga o meu raciocínio de perto aqui - o cavalo não sabia o que eu estava dizendo.

4. Os heróis não começam brigas em bordéis.
Edward: Eu realmente não começo brigas. Além disso, o que você quer que eu faça quando fui atacado por quatro homens? Nota: eu acabei com a briga.

5. Os heróis não têm problemas para manter seus secretários.
Edward: Eu não sei onde você está querendo chegar. . .

6. Heróis sempre mantêm a calma.
Edward: eu não tenho um temperamento e quem diz isso - (censurado)

7. Heróis não fantasiam sobre  seios de suas secretárias.
Edward: Que tipo de romances piegas que estamos falando aqui? Eu deveria pensar -

8. Heróis são românticos.
Edward: Ha! HA! Peguei você aqui! Eu farei você saber que Anna não encontrou absolutamente nenhuma falha com o meu amor. Na verdade -

9. Os heróis não confundem romance com o ato sexual.
Edward: (censurado)

10. Os heróis são levados por um amor verdadeiro.
Edward: Contra o que eu não tenho nenhum argumento.

Sua sinceramente,


sábado, março 8


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segunda-feira, fevereiro 24

Livros que gostei e li em Espanhol

Tiempo de Traiciones - Rosemary Rogers

 A começar pela imagem da capa que amei de cara e o título. Acho que já perdi muita coisa boa por conta da capa e do título. Só leio quando alguém me recomenda muito. Pois bem, a personagem Talia Dobson, era uma jovem com muita força de espírito, que foi abandonada no altar, sofrendo a maior humilhação e o irmão do fujão, hiper responsável Gabriel decide casar com ela. Detalhe: ela sempre teve uma queda por ele. Porém, o marido após uma noite apaixonada, lhe manda para a casa de campo. E o que ela faz? Não deixa barato e vai atrás do que quer. Uma história divertida, com aventuras e que lhe dá uma sensação de perda no final. 

Jane Feather - Amarte es mi destino


Dois personagens cheios de vontade: Theo e Sylvester, que  por conta de um testamento e para ter acesso a herança da qual necessita para manter suas propriedades é obrigado a casar com a neta de um antigo inimigo. Ele é um sobrevivente de um ataque durante uma guerra, e como resultado foi ferido, considerado um traidor e não tem como se defender, pois não recorda o que aconteceu durante a batalha. Portanto, ele vai  conhecer as prováveis netas e terá que escolher uma delas. Mas, quando chega nas terras delas, encontra Theo e aí tudo muda, se sente atraído pela jovem, e fica completamente fascinado pela beleza de Theo, e trata de seduzi-la, jogando sujo mesmo para envolvê-la num mar de paixões. Theo, no entanto, é uma mulher livre, que gosta de tomar suas próprias decisões e não gosta de ser manipulada. Personagens maravilhosos e coerentes dão vivacidade a este romance.

Sueños Prestados - May McGoldrick


Em busca de novidades, encontrei essa pérola. Me apaixonei por Lyon, que ficou confinado a um cadeira de rodas, por conta de uma acidente no qual a esposa morreu e de cuja morte é acusado. Millicent casou bastante jovem e sofreu muito nas mãos do marido que só sabia maltratá-la fisicamente, além de perder a fortuna deixando-a endividada após sua morte e então, ela jura que não se casará. Mas, sua promessa é quebrada quando a mãe de Lyon, que não suporta ver o filho daquele jeito, selvagem, desgrenhado ( um verdadeiro bicho do  mato) e  deprimido,  propõe a Millicent que se  case com ele e em troca liquidará todos os seus débitos. Nossa mocinha resiste e alguns fatos acontecem e ela volta atrás, apesar da promessa. Lyon vive sedado constantemente e ao despertar um dia descobre que sua mãe conseguiu casá-lo! Arisco e mal humorado, Lyon tem discussões fenomenais com ela, e divertidos um atirando indiretas no outro. Mas ela não se deixa abater e com toda paciência do mundo cuida dele, apesar de sua tosquidade. E de repente, nesse convívio quase impossível, eles se veem atraídos um pelo outro... Livro com bastante carga emocional. Vale a pena a leitura.

Una extraña locura - Laura Kinsale



Outro livro maravilha, surpreendente, que me foi indicado por Marilda Custódio e não me arrependo de conhecer Folie, jovem e inocente, sem atrativos vive um casamento sem graça e começa a se corresponder com um primo distante (do marido) que vivia na Índia e cujo marido não respondia as cartas dele por se encontrar enfermo. Eles trocam cartas singelas e durante sete anos de correspondências, surge um sentimento apaixonado por parte dela, que é quebrado bruscamente quando Robert diz que é casado, interrompendo essa correspondência. alguns anos depois, com a morte do marido, Folie e a enteada ficam sob a responsabilidade dele e aí, que eles se encontram pela primeira vez frente a frente. É um momento estranho, pois Robert esconde segredos que o atormentam... E o Robert que retorna a Londres, é tão diferente do homem das cartas, e ao mesmo tempo que ele a fascina, também a atemoriza por causa do comportamento estranho. Um livro de rara beleza, onde o mistério vai dando passo a um bonita história de amor.

Por Primera Vez - Anna Campbell




Lord Sheene foi mantido desde os onze anos prisioneiro do tio que desejava tomar posse de sua fortuna. Constantemente vigiado e sofrendo torturas corporais e mentais terríveis era considerado louco. E Gracie é levada até ele por engano para satisfazê-lo ou poderá perder a vida. Virgem e inocente, ela tenta fugir, mais é capturada novamente. Sofre uma tentativa de estupro dos captores dele e então, quando é salva por ele, passa a confiar sua vida e sua virtude nele. Ele também é virgem e o seu tio a fim de conter sua rebeldia deseja forçá-lo a possuir  qualquer mulher, mas ele se nega a fazer isso. Ela se rebela também e tem sua vida ameaçada pelo tio. Os dois tornam-se prisioneiros e graças a coragem de uma mulher eles lutarão para conservar esse amor. Uma história diferente.

Y de Repente Tú - Lola Rey

Um livro de profunda sensibilidade e Lola Rey com seus livros provocam raiva, ternura e vários sentimentos. Mas como gostei bastante deste. Anna ama a Pete desde a adolescentes e eles planejam se casar, mas o destino interveem na forma da ambição de seu pai, forçando a casar com o primogênito da família Hollway, a quem nunca viu. E depois de um casamento insosso e sem surpresas, Anna fica viúva e quando pensa em retornar a seu querido Pete, novamente o destino intervem, pois havia no pacto de casamento que se não houvesse um herdeiro, ela teria que casar com o cunhado, que também nunca vira, Ralph  que é um homem  e que vive pesquisando nas matas da América do Sul e por causa da morte do irmão é obrigado assumir as responsabilidades do  irmão. E o que seria mais um amargo casamento que é frio a princípio se torna um história linda, com alguns desentendimentos e paixões que correm à flor da pele.

Kristin Hannah: Jardín de invierno

Jardín de invierno - Kristin Hannah   (Jardim de Inverno) Estrelas: 5/ 5 stars Personagens: Meredith Whitson, Nina Whitson e An...