domingo, fevereiro 2

Algumas autoras e suas primeiras obras que me conquistaram


1.       Julia QuinnA História de Um Grande Amor. Este livro que me conquistou, não há coisa tão boa como ler os diálogos inteligentes e o desenrolar da história entre Miranda que se considerava sem atrativos e seu Nigel, viúvo atormentado por conta de um casamento que não deu certo. Como não se apaixonar por um homem que a escuta com atenção e respeita seu ponto de vista (quando tinha apenas 10 anos!) e que lhe recomenda escrever um diário. E suas primeiras palavras são: Hoje me apaixonei! Com essas palavras iniciais eu me apaixonei pela Julia Quinn, por Miranda e por Nigel, sim eu caí de amores por este homem, e como não podia!


2.       Teresa Medeiros – Tua ao amanhecer – Livro que também me conquistou de cara, quando encontrei Gabriel, um aposto cavaleiro que para conquistar o amor de Cecily March que não é um cavaleiro fútil vai para a guerra e retorna ferido e cego. E como sua amada não aparece quando ele retorna entra em profunda depressão e por conta disso se isola na casa de campo da família. E eis que aparece uma jovem cheia de coragem e encontra em um estado lamentável na mansão e Samantha Wickersham decide que ele não pode viver assim e depois de muita luta consegue aos poucos sacar Gabriel deste e isolamento. Esse livro me conquistou porque conta da ternura desta história comovente e pela surpresa no final. Recomendo!

3.       Sherry Thomas – Delicioso. Este livro que alguns detestam e eu que amo de paixão, me apaixonei por conta da forma se desenvolve. Como se pode conquistar um homem pelos saborosos pratos que prepara? Como não apreciar os diálogos que eles têm sem se verem frente a frente? Como não apreciar essa personagem fogosa, liberal e vivida que é Verity Durant e seus apaixonados encontros com Stuart, o filho bastardo e irmão do seu ultimo amante? Não deu pra resistir. Caí morta e durinha apaixonada por eles. Com essa trama original e diferente você pode odiar ou amar, Verity. E Stuart mocinho hipermega apaixonado não fica atrás.


4.       Mary Balogh – Melodia Silenciosa (Silent Melody). Ashley Kendrick era o segundo filho de um duque e o confidente de Lady Emily Marlowe, 15 anos, uma surda e muda, irmã da cunhada dele quando decidiu mudar sua vida e ir para Índias, deixando para trás uma menina solitária que o fizera o homem de suas fantasias e sonhos.  Ele se casa e retorna amargurado depois de sete anos. E exatamente na noite do noivado de Emily transformando sua vida. É um romance cheio de suspense por que existe alguém que deseja a morte de Ashley e entre os perigos e mistérios, eles acabam por se envolverem, embora ele ache que poderá fazê-la infeliz. Um livro precioso, à medida que você descobre a ligação profunda entre eles, pois Ashley foi quem lhe ensinou a linguagem dos sinais e a ler os lábios.


5.       Elizabeth Hoyt – O príncipe Corvo. Considerado um homem feio, com suas verrugas resultado da varíola, Edward de Raaf, nosso mocinho necessita urgente de um secretário para arrumar suas finanças, o problema é que ele espanta a maioria. E é assim que Anna Wren, uma viúva endividada, se aproxima dele para ocupar a vaga, coisa que ele resiste até ser convencido a contratá-la. Mesmo assim acaba concordando e quando ela descobre que ele frequenta um bordel em Londres decide seduzi-lo e para isso vai até o bordel e usando uma máscara começa a se envolver sexualmente com esse homem apaixonante. Apaixonante mesmo, uma história que segue caminhos diferentes e nos conquista. Mais o primeiro impacto que ela teve sobre mim, foi quando nas primeiras páginas, ele cavalga nu e a atropela e nem para! E como não gostar desse romance diferente, onde uma arrebatadora paixão acontece entre o sarcástico humor dos personagens?


6.        Judith MacNaught – Até Você Chegar. O acaso fez que Charisse e Stephen Westmoreland se envolvessem. Ela era uma jovem que sempre viveu livre, criada por um pai que a levava a qualquer lugar por onde andava, juntamente com um índio e um jovem jogador e depois educada rigidamente por uma tia. É de fato um romance cheio de paixão, sentimentos e suas situações ímpares o tornam muito dinâmico. Uma leitura imperdível. "Até você chegar eu nunca tinha amado alguém assim" esta é a mensagem que a autora nos passa.


7.       Laura Kinsale – Flores na Tempestade. Esse livro me impressionou bastante e foi uma das melhores leituras que me foi apresentada no ano passado. Uma história pouco convencional, onde um homem (Christian Langland) de mente brilhante se encontra algemado como um louco perigoso em Bedlam e que encontra em Maddy, (uma jovem Quaker) uma forma de fugir deste aprisionamento em que se encontra seu corpo e a sua mente. Desejoso de ter de volta sua antiga vida mesmo apresentando problemas de fala, ele consegue se impor diante de algumas pessoas da família que querem embargá-lo e impedir que retorne. Mas para isso, precisa desesperadamente de Maddy, mas ela resiste por contas das diferenças que existe entre eles. Sem dúvida uma historia comovente e apaixonante.

8.       Jennifer Ashley – A Loucura de Lorde Ian Mackenzie. Todos os Mackenzies são por demais excêntricos, mas Ian me conquistou de cara por conta de sua deficiência, ou seja, o Mal de Asperger, e porque passou parte de sua infância internado e, no entanto é um homem forte, cativante, um colecionador de arte e também de mulheres bonitas. E ele encontra sua medida certa, numa viúva que não deseja mais se casar, apenas viver e ajudar os outros. Ian é um mocinho cativante e convincente, apesar de suas fugas temporárias de sua mente, de seu tormento e de suas dores de cabeças, se apaixona por Beth, que resulta ser uma mulher disposta a tudo para salvar o homem que ama. Amei os diálogos, os irmãos excêntricos, as cenas hots e a singularidade da história.


sexta-feira, janeiro 31

Porque nos apaixonamos?


 Segundo pesquisas nossos genes são programados para fins reprodutivos,mas se é assim por que nos apaixonamos? Porque a natureza, esta sábia natureza, deu aos seres humanos essa imensa gama de sentimentos e junto com esses, a capacidade de se apaixonar como forma de escolher um parceiro para a reprodução. Segundo o psicólogo evolucionista David Buss-U. do Texas, O desejo é a chave de tudo. Primeiro procuramos a beleza que de certa forma traduz-se como saúde. É ela, que torna possível a nossa perpetuação da espécie.Quando as mulheres procuram um parceiro, elas procuram os altos e fortes, inconscientemente, pensando na capacidade deles em alimentá-las e também alimentar a família. Quando os homens escolhem mulheres, procuram as de quadris largos e seios torneados, o que pode ser a garantia de filhos fortes e saudáveis-parecidos com eles. Assim os homens e as mulheres estão sempre a procura por uma boa compleição genética e da fertilidade.Mas, ainda segundo o artigo, nem só a beleza está envolvida nisso, além dela ocorre a atração romântica e a sexual despertados por mecanismos complexos.Deste último, fazem parte, os hormônios,a predisposição genética e os sentidos.Não se desprezando-se outros mecanismos  envolvidos como: o charme pessoal e a inteligência - estes vem só com tempo,ou seja, após o estágio inicial de reconhecimento. Os genes, ah! nosso genes, estes sim , são o ponto principal da nossa eterna busca por parceiros.O nosso comportamento,sofre influências dos hormônios e dos neurotransmissores, que por sua vez são controlados pelo sistema endócrino,que funciona de forma ímpar em cada ser humano.Segundo outra pesquisadora,Helen Fisher-Universidade Rutgers-N.Jersey, todos temos quatro personalidades, que de acordo com o nível presente de cada hormônio em nosso organismo nos tornaría : exploradores,construtores, negociadores e diretores,isso conforme a predominância de dopamina,serotonina,estrógeno e testosterona, respectivamente.
 Ainda de acordo, com H.F.,todas as quatro fazem parte de nós,mas ums sempre se destaca mais.Através de estudos ,ela concluiu que, os negociadores se sentem atraídos pelos diretores e os exploradores e construtores são atraídos pelos de seu próprio grupo.O cheiro natural exalado por nosso corpo também serve como denominador nesta questão.É aqui que,entra o complexo de histocompatibilidade(MHC) que são os genes que atuam no nosso sistema imunológico, presente em todos os mamíferos, ested codifica as proteínas, que ao serem excretadas pelo suor deixam um cheiro característico.Experiências feitas com ratos, mostrou que, estes evitam copular com os que têm MHC parecidos com os deles.Foram feitos, estudos similar pela U. Lausanne-Suiça, provando que o mesmo ocorre conosco.No estudo, algumas mulheres, sem influência de desodorantes ou perfumes, procuraram os cheiros masculinos com MHC diferentes ao delas.O MHC, também está presente na saliva e isso, inconscientemente ou não, funciona como um teste de compatibilidade humana.Nós, portanto, estamos sempre atrás de descendentes imunológicamentes mais aptos. Conclusão; é como se o traço evolutivo das especies buscasse formar casais capazes de gerarem outros seres imunológicamente  mais aptos, afirma finalmente a geneticista Maria da Graças Biscal da U. Federal do Paraná.

Banana: o fruto proibido

A Banana
Segundo o jornalista norteamericano Dan Koeppel, o fruto proibido da Bíblia não era a maçã, mas sim a ...banana!. Sim, essa mesma que todos nós conhecemos. O jornalista afirma que o termo maçã apareceu na Bíblia na versão escrita em latim por São Jerônimo e foi divulgada nos séculos seguintes, após a criação dos impressos de Guttenberg.Ocorreu uma confusão de tradução de uma língua (hebreu) para outra (latim), S. Jerônimo, escreveu a palavra malum, que na versão dos historiadores significava malicioso e maçã em latim.E assim, a Biblia com seu fruto proibido ganharam o mundo. D. Koeppel, diz que Adão e Eva para se cobrirem, usaram folhas de figueira( que não são grandes para cobrir nada!). Mas, as folhas de banana, benditas folhas, sim eram grandes o bastante para eles se cobrirem! para reforçarem isso descobriu-se que a banana  durante um certo período era conhecida como figo.Koeppel escreveu um livro: Banana: The Fate of the Fruit That Changed the World -  Banana, O destino da Fruta que Mudou o Mundo.Nas pesquisas feitas por ele na Bélgica, Equador, Honduras e China e em consultas em documentos e depois de dezenas de entrevistas, ele descobriu que em Kuk Swamp (Papua-Nova-Guiné), os cientista encontraram resquícios de uma enorme e organizada plantação, mas não descobriram que tipo de plantação existia ali. Foi, somente em 2002, que cientistas australianos descobriram que a plantação era de bananas. A fruta percorreu a África, o O. Médio e Europa. Os árabes fora os responsáveis pelo nome dado a ela-banan (dedo em árabe) e só então, chegou a América. Pela corrente tradicional acredita-se que foram trazidas pelos europeus, já outra corrente diz que já havia bananas trazidas pelo polinésios. Coincidências das coincidências- ela é conhecida como maika na Ilha da Páscoa, no Hawai e ...Nova Zelândia. Mas, oficialmente ela foi trazida em 1516, trazido pelo reverendo Tomás de Berlanga.

E daí se espalhou pelo Caribe e chegou a América do Sul. Nos EUA, por volta de 1870, o capitão Lorenzo Dom Baker, parou seu navio para consertar na Jamaica e levou alguns cachos a Nova Jersey para vender e fez tanto sucesso que em menos de um ano era o maior exportador de bananas do Caribe. Baker, também se uniu a Andrew Preston, um comerciante de Boston que as vendia no seu mercado. Apartir de então, eles criaram a primeira companhia de banana  do mundo a Boston Fruit, que tempos depois se uniria a uma empresa de plantações de bananas  na América Central e assim nasceu a United Fruit, que cresceu a  custo do suor de trabalhadores escravizados e explorados e da conivência dos governos destes países. Sabe-se que milhares deles morreram quando fizeram greve, por não suportarem mais as condições existentes e foram mortos por soldados colombianos, em prol dos EUA. O sucesso desta empreitada diminuiu por causa um fungo que atacava as plantações de bananas - uma praga incurável e misteriosa, que contamina toda a variedade da fruta, e que, por ser estéril, assexuada e sem sementes elas são muito vulneráveis. Cientistas vêm tentando a cura para a praga, mas por enquanto ele (o vírus) tem ganhado todas as batalhas. Dan Koeppel, acha que a solução seria criar uma variedade geneticamente modificada para resistir à praga. Segundo ele, o consumo de banana pelo americano ao chegar aos 40 anos é de aproximadamente10 mil bananas.


Alguns fatos do Almack, um dos clube mais famosos de Londres no século 18

O Almack


Almack começou em 1764 sendo um clube de jogo e rival do White. De acordo com uma lenda, que durou mais de dois séculos, foi fundada por William Macall , que disse que ele o nomeou , invertendo as sílabas do seu nome. Mas, aparentemente, o seu nome verdadeiro era William Almack, que cinco anos antes, em 1759 , abriu um café no lado norte de Pall Mall que foi um estabelecimento eminentemente masculino, onde senhores poderiam comer bem, beber vinho decente e ler tranquilamente um jornal. Com este mesmo espírito, abriu o clube Almack, mas o foi jogo que o tornou tão famoso. A maior parte dos membros fundadores tinha menos de trinta anos, mesmo um deles, Charles James Fox, tinha apenas dezesseis anos quando entrou para o clube, tornando-se um dos membros mais infatigáveis ​​. Charles e seu irmão Stephen, apenas três noites perderam um montante ensurdecedor £ 32.000. No entanto, os Fox não foram os únicos que tinha o vício do jogo, já que muitos cavaleiros se reuniram ali para apostar uma quantidade significativa pelas próprias regras impostas pelo clube. O jogo se levava muito sério: não havia quadros nas paredes para não confundir os jogadores. Eles usavam pulseiras de couro para anexar babados de renda de suas luvas e chapéus de palha para proteger os olhos da luz e impedir que o cabelo pudesse cair sobre eles. Mesmo que às vezes usassem máscaras para esconder suas emoções.
Embora muitos membros da Almack não  eram do White , logo a rivalidade originou entre os dois , porque estar num dos dois clubes terminavam sendo excluído do outro .
No verão de 1765, Almack abriu novas salas de reuniões em King Street, em St. James Street, que acomodar ambos os sexos, e para a ocasião realizou um grande baile com a presença do duque de Cumberland, o herói de Culloden. Foi um dos primeiros clubes de Londres que acolheram homens e mulheres ao mesmo tempo. A partir daí, novos bailes seguiram-se.
As danças e reuniões nos salões de Almack sobreviveram ao jogo que sofreu um golpe fatal quando um de seus funcionários abriu seu próprio clube, em outubro de 1778.
Almack tornou-se moda em Londres e boa sociedade desejava aderir ao clube. Um clube que foi dominado por um grupo de senhoras influentes da alta sociedade (com os anos foi presidida, entre outros, Lady Pembroke, Mrs. Fitz Roy, Anne Stewart, Marquesa de Londoderry , Sarah Villiers , Condessa de Jersey , Lady Cowper , Lady Sefton , Mrs. Burrel Drummond , condessa de Lieven e a princesa Esterhazy ) examinando potenciais membros de um modo atrevido e que não hesitavam em exercer a sua autoridade . Por exemplo, recusada a entrada do Duque de Wellington, porque eles usavam calças em vez de calções e lenço branco exigido pelas seis ou sete senhoras de alta classe que dirigia o estabelecimento.

Mas Wellington não foi o único que foi negado à entrada no Almack, muitas outras pessoas de posição e fortuna não conseguiram a aprovação das senhoras, cujo modo de dirigir o clube estava sujeito aos caprichos cruéis, arbitrários e despóticos.
Aqueles que conseguiram agradar as patronas da Almack eram obrigados a pagar uma taxa anual de dez guinéus (a guiné é mais do que um libra esterlina) que eles têm direito a um vale. Ter isso significava dizer que você era da sociedade com S maiúscula e perder, devia se esquecer de ter categoria na sociedade de Londres. A Comissão organizava um baile com o jantar uma vez por semana (quartas-feiras), durante a temporada social.
As instalações que o clube teve na King Street tinha um salão de dança de aproximadamente 30 metros de comprimento por 12 de largura. Eram pintado em branco e amarelo claro e decorado com colunas douradas, medalhões clássicos, grandes espelhos e cortinas azuis. Totalmente iluminado por mais de 500 velas de cera e na época da Regência por lâmpadas de gás brilhante de cristal esculpido. O maior numera de pessoas que chegou a abrigar era por volta de 1700. A orquestra tocava em uma varanda com uma grade de ouro.
As senhoras patronas reuniam na noite segundas-feiras durante a temporada para determinar se expulsavam alguém por comportamento desonroso (podiam destruir a reputação de uma jovem debutante) ou admitiam um membro bem valioso. Os membros do Almack eram autorizados a levar um convidado, mas o hóspede tinha de ser examinado pelas patronas antes. Era essencial ter dinheiro, mas a educação e comportamento exemplar. Esta disposição foi uma maneira de manter os novos ricos. Um título poderia abrir a porta do clube, mas a criação reprodução e formas excelentes eram muito mais importantes. Apenas cerca de três quartos dos herdeiros da nobreza ganhou acesso ao clube.
As pessoas clamavam por vales para ser admitido ao Almack porque era o lugar para permanecer e ser visto. Era uma maneira de exibir seu status social e de conhecer outras pessoas com estatuto semelhante. As pessoas que iam ao Almack procurava afirmar o seu lugar na categoria de alta classe. Além do salão de baile, havia também salas para aqueles que preferiam o jogo. Senhores iam lá à procura de esposa de dote bom, por isso, pelo qual o clube se tornou o mercado de casamento mais cobiçado. Por volta de 1790, as mães apresentavam suas filhas como debutantes e tentou fazer com que seu cartão de dança estivesse os nomes dos jovens de casar mais importante. Era um evento digno de comemoração quando uma mãe poderia comprar vales para as filhas de Almack “em idade de casar.”.
Nas grandes jantares de Almack não eram dados grandes jantares ou serviam bebidas alcoólicas, apenas algumas entradas, pão em fatias finas com manteiga fresca e bolos de vidros e beber chá ou limonada, mas, na realidade, as pessoas não iam lá para comer. Jantar começava às 11 horas e, naquele momento, as portas fechavam-se.

Dançar era a principal fonte de entretenimento, mas só foram autorizadas danças "decentes" para evitar qualquer tipo de irregularidade. Mas os tempos foram mudando, foram admitindo novas danças. Em 1814, as patronas do clube concordaram com uma dança que estava começando a ser muito popular e que foi rejeitado inicialmente porque era muito íntima e escandalosa quando foi introduzida: a valsa. Uma vez aceita por Almack, a valsa tornou-se um vício pela sociedade.
No Almack se dançou durante décadas. No entanto, enquanto os fregueses chegaram velhice também diminuía o seu despotismo e, portanto, o privilégio e a importância do lugar. Em 1863, 98 anos após a abertura, o clube finalmente fechou suas portas. No entanto, quarenta anos depois, em 1904, tentou voltar das mãos de Sir Hugh Stewart Houghton, mas a sua história, até ao seu encerramento em 1963, é cheia de altos e baixos, mudanças de propriedade e outros incidentes que teve pouco a ver com a relevância do Almack teve durante seu balanço completo cobrindo um período de quase cem anos.

Hoje, no local onde antes ficava Almacks lá um prédio de escritórios, mas há uma placa lembrando o antigo local do famoso clube de Londres.
1- Almack
2- Vale do Almack

A menstruação desde a antiguidade até os dias atuais

A perda de sangue mensal em mulheres, no caso, a menstruação sempre foi um sinal externo e óbvio que atraiu a atenção dos povos da antiguidade. E porque não dizer a nossa. Portanto, não é surpreendente falar que carregasse temores sociais e pessoais eram carregadas por várias superstições. Talvez um dos primeiros temores que envolviam a menstruação ocorreu nos tempos pré-históricos entre os caçadores, diante do risco de ser contaminado com o sangue menstrual que poderia atrair animais e aumentando o risco de temores por ataques.
Para os persas (800 AC), tanto a mulher que tinha tido um filho, como a mulher que estava menstruada, era “impura" e esta, (coitada!) era isolada por quatro ou mais dias em uma sala que continha palha seca espalhada e a quinze passos de distância do Fogo e Água (itens considerados limpos). No leste da Índia (século VI AC), ritual de purificação da menstruada eram muito precisos, e estabelecia que a mulher esfregasse os dentes, gargarejado doze vezes e as mãos e os pés lavados, em seguida, mergulhar no rio doze vezes, e depois de deixá-lo, esfregar lama que levava estrume fresco, mais uma vez mergulhar na água trinta e quatro vezes, e repetir a esfregação da lama, repetir mergulhando vinte e quatro vezes, esfregando o corpo com açafrão e, finalmente, cerca de mais vinte mergulhos.
Muito se tem especulado sobre a causa da menstruação e por um longo tempo (até o final do século XIX) ideias de medicina grega, que o viam como uma forma de excreção de resíduos em vigor. Hipócrates (466-377 AC) acreditava que o sangue menstrual era um produto de resíduos e isso porque a mulher gerava muito sangue. Ele ressaltou que a origem do sangramento era porque a mulher estava extremamente quente e só por este meio pode suavizar a temperatura do corpo. Galeno (século II dC) pensava o contrário, já que para ele o sangue menstrual aparecia devido à imperfeição da mulher, que era fria e úmida, faltava o calor necessário, o que causava uma digestão anormal de alimentos; a função do sangramento era eliminar resíduos.
A tradição popular e religiosa romana atribuía à menstruação efeitos perigosos e maravilhosos. O principal promotor dessas ideias foi Plínio, o Velho (23-79 dC), que achava que nada era mais poderoso, para melhor e para o pior, o sangue mensal das mulheres (No que acredito ele tinha razão).
Algumas das coisas que foram atribuídas à menstruação: que ela poderia curar verrugas, marcas de nascença, gota, bócio, hemorróidas, epilepsia, lepra, dor de cabeça... Ele poderia afastar os demônios, era usado como uma oferenda a um deus e para fazer filtros de amor e encantamentos.
Nos séculos XVIII e XIX, a “melancolia” se tornou moda. Os casos de depressão e suicídio quando os protagonistas eram do sexo feminino, foram relacionados com o poder supremo do útero, agindo ao sabor da situação das mulheres. A maioria das autoridades médicas acreditava que as mulheres durante a menstruação ficavam especialmente fracas e predispostas a uma variedade de doenças prejudiciais. Para isto era recomendado repouso e que tentasse evitar qualquer tipo de atividade física ou mental. Era proibido completamente: a dança, o ciclismo, corrida, o remo, e qualquer tipo de exercícios atléticos, eram perigosos viajar de cabriolé, trem ou carruagem.
O mistério da origem da menstruação começou a si desvendar, em 1908, por dois médicos da Universidade de Viena, Fritz Hitschman (1870-1926) e Ludwig Adler (1876-1958).
A história da menstruação evoluiu a partir do conceito mágico e astral, através de teorias filosóficas que a categorizavam como um produto da digestão, juntamente com uma demonstração da inferioridade da mulher; até o século XX, graças a o progresso da ciência, descobriu-se que os órgãos genitais femininos tinham funções específicas orientadas pela busca da gravidez. Assim foi que, depois de centenas de anos de ignorância, foi-se capaz de eliminar a maioria das superstições que existiam sobre o sangue menstrual, embora, ainda hoje, o conceito de inferioridade das mulheres ainda precisa de bastantes mudanças.
Como as mulheres se arranjavam nos tempos antigos, quando tinham as regras?
A história das mulheres, especialmente seus afazeres diários, era imprópria ou desinteressante até para falar disto. Durante séculos em culturas europeias, as mulheres eram apenas "boas” para um número limitado de coisas e dado que foram os homens que governavam o grupo, não é de estranhar que uma das razões pelas quais eu realmente não sei bem o que as mulheres fizeram no passado, quando os seus períodos estão em causa, é porque a maioria das informações que chegou até nós foi por meio de homens, e eles só falaram de "essas coisas de mulheres". É quase impossível saber ao certo o que  usavam as mulheres na maioria das culturas, mas com toda a probabilidade desde sempre, elas teriam utilizado toalhas, panos, esponjas, grama, peles e outros materiais.
A primeira evidência de que sobreviveu até hoje do que foi usado por mulheres durante a menstruação vem do antigo Egito. Os pesquisadores acreditam que as mulheres egípcias utilizavam papiros amaciados e ervas para produzir um tipo de tampões descartáveis ​​rudimentares. Na época romana pensa-se que usavam algodão e lã. E, em geral, a nível mundial, peles de animais foram usadas ​​para absorver o sangue menstrual.
As mulheres antigamente perdiam menos sangue do que hoje? Se sim, não é uma opção, como em partes se sugere que o sangue era absorvido por suas próprias roupas? Ou toalhas ou qualquer tipo de compressa usada? E assim como prendiam ao corpo ou as roupas?
Não se sabe, ou pelo menos não pode ter certeza de quanto é o nível de perda de sangue que as mulheres tiveram no passado. Aparentemente, isso pode variar de acordo com a dieta e as pessoas não eram tão bem alimentados no passado como agora.
Aparentemente, muitas mulheres em certas partes da Europa entre 1700 e 1900 não usavam nada de especial: panos ou toalhas ou esponjas, ou qualquer outra coisa durante a menstruação, porque sangravam em suas próprias roupas. E uma vez que a maioria dos primeiros colonizadores da América veio da Europa, é provável que os americanos e os canadenses tão bem o faziam.
Em 1700 (e muito antes) mulheres e homens na Europa e na América usava uma camisa longa de ombros até a batata das pernas, presa a sua pele dia e noite. Esta era a sua única roupa interior. As classes ricas e superiores usavam essas mesmas camisas, mas numa versão de luxo.
Só os homens usavam calças como roupa exterior, um símbolo de sua autoridade (daí o ditado “vestindo as calças”), apesar das mulheres às vezes usarem roupa interior quando viajavam ou quando o tempo estava frio.
Em 1757 um médico alemão ( Christian TE Reinhard) deu uma razão para qual as mulheres não devessem usar calças ou roupas íntimas fechadas “seus órgãos genitais precisam de ar para permitir a evaporação da umidade, para evitar sua decomposição e provocando odor.” Mas ele reconheceu, no entanto, que as mulheres poderiam usar em climas frios e para se protegerem dos insetos.
Mais tarde, mais ou menos, a partir da Revolução Francesa, as mulheres começaram a usar roupa interior, calções e shorts, cobrindo as pernas completamente sob os vestidos vaporosos. Embora tenha demorado décadas para que as calças, como roupas íntimas entre as classes altas, fossem aceitas, e até mesmo entre as pessoas comuns. Estas últimas continuaram a usar apenas a camisa sob a roupa durante a maior parte do século XIX.
Antes do século XX, a mulher europeia e americana menstruava raramente em comparação com as de hoje. Começavam a menstruar mais tarde, por volta da segunda metade da adolescência e parava antes, se vivesse o tempo suficiente para experimentar a menopausa. Por isso tinha um período de tempo mais curto.
Eles se casavam muito jovens e usavam ​​poucos meios de contracepção. Sua missão era ter filhos e como tinham bastantes filhos, de modo que sua menstruação desaparecia, obviamente, a cada gravidez. Amamentava seus filhos por algum tempo e, como regra geral, durante o período de lactação esta ficava suspenso.
As mulheres eram mais propensas a terem suas defesas baixas, a serem desnutridas ou enfermas (ou uma combinação de todos os três de uma vez) e isso também poderia parar a menstruação.
Assim não é de estranhar que nos curtos espaços de tempo que tinham o período, utilizavam qualquer trapo velho para absorver o sangue. Este era ao menos o costume das mulheres rurais e das classes baixas.
A lavagem e mudança de roupa de baixo era considerado insalubre, porque as mulheres temiam se bloqueassem sangramento causasse um sangramento mais grave.
Dois escritores alemães observaram que praticamente só as mulheres que se dedicavam ao teatro usavam esponjas, toalhas ou travesseiros que são feitos com tecido como proteção menstrual. As maiorias das mulheres sangravam em sua própria camisa e às vezes por dias sem alterações.
Alguns registros escritos cerca de 1800 sugerem que uma roupa interior preta era usada "durante o mês das mulheres.”.
No século XIX, as mulheres usavam roupas íntimas com uma abertura permanente entre as pernas. Com vestidos usavam então, um tipo de roupa interior foi idealizado com o sistema tradicional de puxar para baixo ao fazer suas necessidades, teria sido muito complicado.
Neste século, foram desenvolvidas e registradas diversas patentes para a realização de toalhas ou esponjas para uso da menstruação. Um homem de Chicago concebeu, mas não fabricou um tipo de copo menstrual ligado à extremidade de um arame (apenas um homem poderia conceber algo!). Que por sua vez era ligado a um cinto em volta da cintura mulher.
Tendo chegado o século XX o vestuário começou a ficarem mais leves, por isso não era mais necessário à abertura na roupa interior, pois não resultava desconfortável baixá-la, e as calçolas podiam exercer a sua função de esconder e cobrir os órgãos genitais. Mas elas ainda eram de pernas largas e longas nos meados de 1930.
Em 1914, quase todas as mulheres usavam toalhas sanitárias de pano. As toalhas sanitárias eram lavadas e, se as mulheres não estavam em suas casas, porque estavam viajando e não podiam usar as instalações onde eles estavam hospedados, elas queimavam na lareira da sala que ocupavam.
Já na década de 1890, na Inglaterra, estava disponível especificamente para queimadores portátil, disponíveis para queimar as toalhas. Nesta década, você poderia comprar as primeiras toalhas higiênicas descartáveis.
Aparentemente, foram as enfermeiras que trouxeram o uso das toalhas para conter o fluxo menstrual, compressas e curativas descartáveis utilizadas para conter o sangue das feridas dos soldados. Essa ideia logo tomou forma e começou a fabricação de toalhas higiênicas barato produzidas o suficiente para que seu uso se propagasse.
A primeira compressa adesiva apareceu no final de 1960. Esta foi revolucionária porque as mulheres poderiam começar a se livrar dos aparelhos que até então usados ​​para armazenar suas toalhas higiênicas. Em meados dos anos oitenta, compressa com o cinto, não estava mais disponível para venda.
Curiosidades:
- As mulheres de hoje têm, geralmente, menstruação e menopausa antes que eles atinjam cerca de 52 anos de idade. Também atrasam a maternidade, muitas vezes, atrasam até meados dos 30 anos, têm menos filhos e nem sempre amamentam. Tudo isso leva que eles tenham muitos mais períodos, o que, em teoria, é “nem natural nem saudável.”.
- A Ovulação e a menstruação mensal estão associadas com muitos problemas de saúde, incluindo um aumento do risco comprovado de câncer do ovário, anemia associada com as regras abundantes, cistos dos ovários, e a endometriose.
- A atriz Marilyn Monroe que sofria um caso grave de endometriose sofreu tantas operações e tomou analgésicos durante anos que indiretamente contribuíram para a morte por uma overdose acidental de medicamentos.
- Sangrar os doentes como um tratamento para suas doenças (que durou até o século XX) foi algo recomendado pelo grande médico grego Hipócrates, depois de observar que as mulheres se recuperando do inchaço e da dor após o início do seu período. O presidente George Washington está entre os milhares de pessoas mortas ou gravemente doentes por esta prática popular.
- Em 1912, o New York Times publicou um artigo que afirmava: "As mulheres não têm direito a voto, porque eles são emocionalmente instáveis ​​quando menstruam e, portanto, não conseguem lidar com essa responsabilidade.”.
- No início do século XX, as candidatas universitárias foram desencorajadas de ir para a faculdade, porque não era bom para o seu útero. A explicação foi que para estudar era necessário todo o sangue no cérebro e se removesse ele do útero provocaria dano permanentes aos órgãos reprodutivos femininos. A Dr. Edward H. Clark escreveu um livro no qual ele sugeriu que "a educação superior pode causar atrofia no útero da mulher”.
- Disney fez um filme educativo sobre a história da menstruação. Ela dura 10 minutos e foi feito em 1946. O mais provável é o primeiro filme em que se fala a palavra vagina.
- No passado, as igrejas cristãs recusavam a comunhão a mulheres menstruadas.
- Os únicos mamíferos que têm menopausa são elefantes, baleias corcundas e as fêmeas humanas.
- Um período menstrual completo normalmente preenche menos da metade de um copo de sangue, incluindo coágulos sanguíneos. Uma hemorragia intensa é definida para preencher mais de uma xícara por ciclo (usar uma toalha ou tampão a cada hora, durante seis horas seguidas ou quando tiver um período que dura mais de sete dias).
- Coágulos provem de cólicas e contrações uterinas que são tão forte e frequente que o sangue não tem tempo a desvanecer-se antes de sair. Ter pequenos coágulos durante o dia é normal.
- Sangramento menstrual tende a ser mais pesado e mais duradouro durante os meses de inverno
- Quando uma menina nasce com seu o número de ovos e são cerca de dois milhões. Na puberdade ele tem apenas cerca de 40.000 dos quais menos de 500, com o tempo, eles são realmente lançados.
- Até próximos dos 18 anos, períodos irregulares são muito comuns porque o corpo ainda está trabalhando no aperfeiçoamento do sistema.
- O óvulo feminino é a única célula humana do corpo humano e que pode ser vista a olho nu.
- Em um ponto na história, as mulheres que se queixam de dor menstrual foram tratados por psiquiatras e que as cólicas eram vistas como uma rejeição da feminilidade.
- Pesquisadores demonstraram que as presas são muito mais propensas a cometer um crime violento antes da menstruação do que após ela.
- Uma jovem pode ter sua primeira menstruação, a qualquer momento entre 10 e 16 anos de idade.
- Feromônios pode levar a sincronia menstrual. Esta teoria sugere que as mulheres que vivem em estreita proximidade desenvolvem períodos sincronizados.
- Embora improvável, é possível engravidar durante a menstruação.
- Estudos mostram que a luz artificial à noite afeta o ciclo menstrual de uma mulher.
- “O absorvente interno moderno foi inventado pelo Dr. Earle Haas em 1929 e foi chamado de “dispositivo catamenial” ou “dispositivo mensal". O nome da marca foi registrada como Tampax.
Um curioso vídeo de promoção do Tampax na Alemanha mostra:
- Ao longo de sua vida de uma mulher passa 3.500 dias menstruadas.
- A média de idade para parar ter períodos é aos 51 anos, embora os sintomas da menopausa possam começar bastante cedo com 32 anos de idade.
- “Alguns psicanalistas, inclusive Freud, têm sugerido que a menstruação é uma “sinal sangrento pela carência do pênis pelas mulheres” e é um lembrete para as mulheres “por sua falta de limpeza e de inferioridade."
- Vários estudos sugerem que os ritos de casamento são uma extensão dos ritos da menarca, o que pode explicar por que muitos vestidos de noiva têm sido historicamente vermelhos.
- O nome “progesterona” surgiu na Segunda Conferência Internacional sobre Padronização de hormônios sexuais , em 1935 , e significa "para a gestação”.

1- cinturão

2- roupa interior para periodo menstrual

3- cinta para manter as toalhas sanitárias


4- cinturão menstrual

5- Artefato para manter as toalhas higienicas no lugar
5- Enfermeiras utilizado compressas

6- Toalhas higienicas

7- Copo de arame

http://www.mum.org/  para realizar este artículo.
http://zl.elsevier.es/eshttp://www.gurl.com/http://facts.randomhistory.com/random-facts-about-menstruation.html

sábado, dezembro 28

Os gestos comunicativos com os leques em 1797

Um código de gestos com leques foi desenvolvido para enviar mensagens. Os sinais da linguagem era publicado nos livros de etiquetas contemporâneos e magazines (revistas). Fanology or Ladies’ Conversation Fan era colocados ao lado de Charles Francis Badini  e publicados por William Cock em Londres em 1797. Este continha uma lista de gestos paralelamente com a mensagem que continha, tais como:
  • Leque próximo do coração = eu amo você
  • Leque fechado descansando no olho direito =quando posso ver você
  • Meio fechado pressionando os lábios = pode me beijar
  • Tocar a ponta do leque com um dedo = eu desejo falar com você
  • Descansar o leque na bochecha direta= sim
  • Descansar o leque na bochecha esquerda = não
  • Deixar o leque cair = seremos amigos
  • Abanar-se devagar = eu sou casada
  • Abanar-se rápido = comprometida :noivado
  • Carregá-lo aberto  do lado esquerdo =Venha e converse comigo
  • Girá-lo com a mão direta = Eu amo outro
  • Girá-lo com a mão esquerda = estamos seno observados
  • Fechá-lo totalmente e abrir devagar = prometo casar com você
  • Passando-o através dos olhos = sinto muito/desculpe
  • Abri-lo largamente = espere por mim


10 dicas para o trabalho consciencioso



Trabalho consciente

Esteja na hora/seja pontual
Autodisciplina é a base de todo o sucesso e a essência do autorrespeito.

Cuidado
O trabalho não é uma distração de sua vida, também  não é um desvio , entrave ou mal necessário. Se você pensar dessa forma é o ponto de vista errado. Quando você está trabalhando, o trabalho é sua vida. Cuide dele como você cuidar de si mesmo . Como Dogen diz: "Se você achar uma coisa cansativa, você vai encontrar tudo cansativo . "

Faça uma lista
Comece cada dia com uma lista de coisas para fazer. O controle é uma ilusão, então fique esperto e mantenha uma lista curta .

Esqueça a lista
Não confunda uma lista para a coisa. Adaptar-se ao fluxo de eventos reais quando   eles ocorrem. A adaptação é a inovação e a inovação é competência.

Preste atenção  ao que aparece
O que aparece na frente de você é a única coisa que existe. Responder de forma adequada como as coisas surgem, e as crises não irão ultrapassá-lo .

Evite fofocas
Os vírus se espalham. Mantenha as mãos limpas e cubra a boca .

Sorriso
O local de trabalho é um teatro , e o drama é de faz de conta . Todo mundo aprecia uma boa risada. Quando você pode fazer qualquer coisa , como se você não trabalhasse em nada , você terá os melhores dias da sua vida.

Dê crédito
Nenhuma quantidade de dinheiro é o suficiente. Seja generoso com a sua bondade , cortesia e agradecimento. Elas vão sempre ser reembolsadas.

Aproveite o resto do dia de folga
Faça seu trabalho, em seguida, descanse. Deixe que os outros elogiar ou censurar.

Faça isso tudo de novo

Levante e brilhe . Um antigo professor disse: " Um dia sem trabalho é um dia sem comer. " Pegue todas as chances de fazê-lo de maneira diferente, e sua vida vai transformar.

10 dicas para uma casa bem cuidada

Se você pode fazer o primeiro, nos  próximos nove cuide de si mesma .

1.Acorde com o sol
Não há luz mais pura do que a primeira coisa que vemos quando abrimos nossos olhos  de manhã.

2.Acomode-se
Consciência plena sem meditação é apenas uma palavra .

3 . Faça a sua cama
O estado de sua cama é o estado de sua cabeça. Envolva o seu dia com dignidade.

4.Esvazie os cesto de roupa
Lavar a roupa sem ressentimento ou comentário e tenha um encontro íntimo com o próprio tecido da vida.

5 . Lave a tigela
Enxague-a sua e limpe sua própria bagunça. Se você deixa isto sem fazer, isto vai ficar pegajoso.

6 . Defina o despertador
Se você está distraído com o peso do que está por fazer, ponha um despertador de cozinha e, como um monge em um mosteiro , dedique-se inteiramente a tarefa ante suas mãos antes da campainha tocar .

7 . Varra as folhas
Varra, a erva daninha ou o lixo. Você nunca vai acabar completamente, mas você aprenderá o ponto da inutilidade .

8 . Coma quando estiver com fome
Alinhe seus desejos inesgotáveis ​​com o único e verdadeiro apetite.

9 . Deixe que a estupidez venha
Definir um toque de recolher na internet e na TV e descubra o equilíbrio natural entre a luz do dia e a escuridão, trabalhe e  descanse.

10 . Durma quando estiver cansado
Nada mais do que isso.


quinta-feira, novembro 7

Lendas de Natal para crianças ( Origem Mexicana)

PRIMEIRA LENDA
Conta esta lenda acerca de uma garota chamada Maria e seu pequeno irmão Pablo. Eram muito pobres, mas sempre esperavam a festa de Natal. Todos os anos, na igreja do povoado se preparava um grande presépio e os dias prévios a Natal o lugar se enchia de desfiles e festas. Às duas crianças lhes encantava a Natal, mas sempre se entristeciam porque não tinham dinheiro para comprar presentes. Sobretudo os dois desejavam oferecer algo à igreja para o Menino Jesus. Mas não tinham nada.
Uma noite de Natal, Maria e Pablo partiram para a igreja para assistir à celebração. No caminho, cortaram algumas ervas que creiam ao largo da orla do caminho e decidiram oferecê-lo como presente ao Menino Jesus no presépio. Não tinham nada melhor para presenteá-lo.
Ainda que as outras crianças burlassem deles quando chegaram com seu humilde presente, Maria e Pablo não disseram nada porque sabiam que haviam dado o que melhor podiam oferecer. Em troca, se dedicaram com muito esmero a colocar prolixamente as plantas verdes ao redor do presépio. E foi então que sucedeu o milagre: os extremos de cada folha verde se foram convertendo em brilhantes pétalas vermelhas, e pronto o presépio ficou rodeado de formosas flores em forma de estrela, tal qual as conhecemos hoje.
SEGUNDA LENDA
Fala esta lenda sobre Pepita, uma menina mexicana muito pobre que não tinha um presente para oferecer ao Menino Jesus durante as celebrações de Natal. Enquanto Pepita caminhava lentamente para a capela com seu primo Pedro, seu coração estava muito triste.
- Pepita, - lhe disse Pedro para consolá-la, - estou seguro que ainda o mais humilde presente, si é oferecido com amor, será mais que bem vindo ante seus olhos.
Já no sabendo que outra coisa fazer, Pepita se ajoelhou ao lado do caminho e recolheu um punhado de ervas e lhe deu a forma de um ramo. Mas mirando de canto do olho seu ramo de ervas daninha, Pepita se sentiu ainda mais triste e envergonhada que nunca pela humildade de seu oferecimento e quando ingressou na pequena capela do lugar não pode evitar que lhe escapara uma lágrima.
À medida que se acercava ao altar, ia recordando as amáveis palavras de Pedro: "Ainda o mais humilde presente, si é oferecido com amor, será mais que bem vindo ante seus olhos". Sem embargo, ela sentiu que seu espírito se elevava enquanto se ajoelhava para colocar o ramo aos pés da cena da natividade.
De repente, o ramalhete de ervas estalou em flores de cor vermelha intenso, e todos os que o viram estavam seguros de estar presenciando um milagre de Natal ante seus próprios olhos.
A partir desse dia, essas flores vermelhas brilhantes ficaram conhecidas como as "Flores de Natal" e nunca deixaram de florescer em cada Natal.

Poinsettia

quarta-feira, novembro 6

As 13 curiosidades sobre o Club White de Londres

Club White - dos nobres cavaleiros de Londres. Algumas curiosidades:
1-Localizado no topo de St. James Street clube ficava ao lado de clubes não menos importantes e relevantes Boodle , Brook e Crockford . Locais exclusivos para o público masculino e frequentado por homens da mesma classe social. Os clubes de cavalheiros durante o período da Regência eram uma parte indelével da aristocracia Inglesa. O clube ao qual alguém pertencia proclamava, quem era, suas convicções políticas e até mesmo o que comia (havia um clube de bife).
2-Club White começou como um lugar onde os cavalheiros  provavam chocolate. Pertencia ao imigrante italiano Francesco Bianco, que mudou seu nome para Francisco White.Além da venda de chocolate também eram vendidos ingressos para os trabalhos a serem representados no Royal Drury Lane Theatre, entre outros. As vendas de ingressos ajudavam a custear os altos custos de chocolate e manutenção do estabelecimento
3- Em Londres , por volta em 1800 , havia apenas alguns clubes de cavalheiros ( Almack , Boodle , Brook e branco já abriu as suas portas ). O White era o clube de cavalheiros mais exclusivo e já tinha 300 membros. Em 1814 o número de membros foi para 500. Os homens que eram membros eram de classe social alta e a maioria dos seus membros eram aristocratas. O rótulo era muito importante.
4-Processo de admissão de um novo sócio era, então, tão rigorosa quanto hoje. Você precisa ter proposta de qualquer membro do clube e ser apoiado por dois outros membros. Conseguido isso, a comissão irá estudar cuidadosamente a proposta e votar sobre se é ou não é elegível para a adesão do clube. Este sistema de votação é a introdução em segredo uma bola branca ou preta em uma caixa especial , e são essas bolas que dão a resposta para o candidato. A única bola preta significa a rejeição da proposta. Se fosse aceito, o novo membro se compromete a cumprir determinadas regras rígidas, paga uma quantia a respeito da taxa de adesão. Hoje, o valor a pagar é de 850 libras por ano. Hoje, como então, o privilégio de pertencer a este clube exclusivo é um sonho reservado para poucos.
5- Um lugar exclusivo, tranquilo para relaxar e socializar em poltronas de couro elegantes, conversar , comer, tomar uma bebida, ler o jornal, boicotar os candidatos indesejado, fazer acordos de cavalheiros, ou jogar cartas e outros jogos.
6-O clube era sagrado, tão sagrado, que não sera permitido mulheres. Mas se uma mulher aparecesse em St. James Street numa certa hora da tarde, a pé ou de carro, poderia esperar para ser condenada socialmente. Na entanto, se aparecesse na rua de manhã com sua empregada ou empregado, não correria esse risco, provavelmente porque a maioria das atividades do sexo masculino foram iniciadas no período da tarde ou à noite .
7- A janela de arco no conhecido no piso térreo e construído em 1811, era  propriedade exclusiva de Beau Brummell e seus amigos.
8- O clube era também conhecido pelas altas apostas no jogo. O objetivo do clube era a busca do prazer e bem-estar,  da mesma forma que ele poderia ser um lugar para conversar e discutir qualquer tópico e também poderia se passar a noite perdendo uma fortuna. Ou ganhar e depois gastá-la comemorando com as cortesãs de Londres.
9-O código de honra era fundamental. As dívidas do jogo eram esperadas serem pagas nos próximos três dias. Pagar a dívida era muito mais importante que pagar as dívidas aos comerciantes, e não pagar era mais grave do que seduzir a mulher do vizinho.
10-Uma das coisas mais curiosas é seu famoso livro de apostas. Qualquer membro podia e pode apostar qualquer coisa e nas suas páginas se tomava nota de tudo. O perdedor deveria pagar imediatamente ou arriscar a sofrer a ira de seus colegas (inclusive se jogava a exclusão do clube).
11-As apostas variavam  quem se casaria com quem, quando e em que data, a apostar na derrota de Napoleão, os filhos ilegítimos que teriam no período de dois anos, as previsões políticas, de moda, etc. Um membro apostou £ 1.000 que um homem poderia viver debaixo d'água por 12 horas. Ele contratou um homem para realizar o experimento. Obviamente, perdeu a aposta , porque o homem morreu.
12- O livro de apostas sempre estava aberto em cima da mesa para os membros para escreverem a aposta de natureza mais trivial que a qualquer momento poderia ser estabelecida.
13- Nele o príncipe Charles realizou a sua despedida de solteiro. O Príncipe de Gales foi por um tempo um membro deste clube, mas mudou a sua preferência  quando ao seu amigo Jack Payne foi vetado o direito de se juntar ao clube.
Fonte: http://www.rnovelaromantica.com

Entre mães e filhos

Quando fiz a matéria Embriologia há anos atrás fiquei maravilhada com ela porque mostrava cientificamente  o processo de desenvolvimento do embrião. Esse é começo da magia que existe entre mãe e filho. Essa ligação nutrição e sentimentos é simplesmente magistral. Um dos laços mais fortes que existe entre dois seres.
 Por isso quando vi esta foto da Letícia e sua filha, senti de novo esse encanto. Há uma beleza intensa nesta trocar de olhar e sentimentos. Ela transborda amor. E disso me veio a vontade de escrever sobre a maternidade e do significado que ela provoca em nós mulheres. Porque mãe é plural, polivalente, é explosão se sensação que vai alem da compreensão humana.
Lembro-me que quando tive minha primeira filha, eu não sabia o que dizer e soltei "nossa, como ela é branca!" e essa emoção está em minha mente como se tivesse sido ontem, a emoção que sinto é a mesma. Minha segunda filha trouxe também uma carga emocional incrível, o médico até me perguntou o que eu estava fazendo lá no hospital, porque sempre que fico ansiosa... eu rio. E acho que sorri tanto neste dia que ela tem um riso fácil e que contagia a nós.
A nossa relação não é perfeita, mais é feita de risos, conversas loucas jogadas fora e claro, como não poderia deixar de ser, tem algumas escaramuças; mais além disso é uma relação de amor e amizade. E digo-lhes que sem elas me vida seria um enorme deserto. 
Imagem cedida com permissão da Letícia 
Rajneesh disse: No momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo.

quarta-feira, outubro 30

A Lenda dos Grous

Há uma antiga tradição japonesa que tem um grande valor e importância para o país e foi transmitido para todo o mundo, esta é grous de papel .

A crença ou tradição japonesa diz que quem faz mil grous de papel, será servido um desejo por um grou. Como no Japão , os grous são considerados animais sagrados . Tudo começou no Japão quando uma menina doente de leucemia causada pela radiação, pediu com todas as suas forças pela cura, e juntando mil grous de papel se curou completamente .

Agora, esta tradição de fazer grous de papel colorido tornou-se um belo símbolo de paz e esperança para todo o mundo. É uma bela maneira de se sentir confortado. E especialmente quando temos qualquer problema de qualquer tipo e todos os nossos amigos e familiares começam a fazer grous de papel para juntar  1000, nos faz sentir acompanhados e apoiados, é algo muito simbólico. Eu não posso dizer se é verdade ou não essa tradição, mas o que eu tenho certeza, é que, de alguma forma ou de outra, nos faz sentir melhor ao ver que, seja como for, se juntaram 1.000 grous apenas por nossa causa .

A última coisa que eu vi sobre grous de papel era um amigo do Facebook que teve um problema e todos os seus amigos e familiares fizeram muitos grous, eu tirei fotos, e rotulados -los. Depois de um par de dias, todo o seu Facebook estava cheia de grous de papel . Eu não posso imaginar o quão bem ele deve ter sentido. apesar de seu problema, ao ver o apoio de tantas pessoas.



segunda-feira, outubro 28

Esse poema da Teresa A. Uribe eu traduzi há algum tempo e por isso resolvi comparti-lo com vocês. Publiquei-o a primeira vez no Pensador.

Quando se tem um amigo


Quando se tem um amigo
se tem entre as mãos
um pedaço de céu
um espaço infinito
Quando se tem um amigo
se tem um irmão
esse que alguém elege
quando vai crescendo
esse que vai nos transmitir
a confiança e o respeito
esse que nos mostra
os erros sempre a tempo
Quando se tem um amigo
Se tem as asas estendidas ao vento
e pode desnudar a alma sem riscos. 


Teresa A. Uribe -  nasceu em Outubro de 1965 em Puerto Montt - Chile. 


Kristin Hannah: Jardín de invierno

Jardín de invierno - Kristin Hannah   (Jardim de Inverno) Estrelas: 5/ 5 stars Personagens: Meredith Whitson, Nina Whitson e An...